sábado, fevereiro 25, 2006

Porto

Aqui chove e faz frio. Não podia chover noutro fim de semana quando eu não estivesse cá? Apetece-me tanto explorar a cidade a pé...

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Panarício

É o que a minha Sofia tem no polegar esquerdo, que lhe valeu um frasco de antibiótico. Raio de coisa dolorosa que a minha princesa apanhou! Devia ser proibido em meninas pequenas. O que vale é que ela é muito valente e aguentou de polegar esticado enquanto a enfermeira a torturava. Chorou um bocadinho, mas portou-se melhor que muitos adultos (segundo a enfermeira) e não fugiu com o dedo. Estou muito orgulhosa da minha pequenina. Agora a ver se aprende a não arrancar peles dos dedos com a boca.

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Faceta de Animal

You Are Animal
A complete lunatic, you're operating on 100% animal instincts.You thrive on uncontrolled energy, and you're downright scary.But you sure can beat a good drum."Kill! Kill!"
The Muppet Personality Test

Trabalhar é preciso

Mas quando vamos trabalhar só porque é preciso está o mundo muito mal... Tenho que arribar!

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Invernar

Ando a Invernar. Será que migrando para Sul isto passa?

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Dia dos Namorados

O meu filhote tem uma namorada, a pequena Maria, com olhos castanhos e vivos e um longo cabelo louro. Tem sido um romance pegado, desde o início do ano. Para o dia dos namorados resolveu escrever-lhe um poema, sem ajuda, que a mãe babada não resiste a publicar. É um poeta o meu príncipe.

Maria
Sem ti o meu coração,
É uma sombra fria
Contigo
Estou cheio de alegria

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Ultra-levur

Precisam-se de vários caixotes. Entregar com urgência no Ministério da Educação, Avenida 5 de Outubro, Lisboa.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Mais beijos

Your Famous Movie Kiss is from The Empire Strikes Back
"Captain, being held by you isn't quite enough to get me excited."

domingo, fevereiro 05, 2006

Anos

No dia em que fiz trinta anos estava muito, muito feliz. Fiz uma enorme festa com todos os meus amigos. Lembro-me de me sentir bem comigo, realizada profissionalmente e de adorar a minha vida. As coisas mudaram entretanto e eu nem sei bem como. Objectivamente estão melhores do que alguma vez estiveram, mas o sentimento de satisfação já não está lá. Como dizia aqui há dias, falta-me um projecto novo.
No entanto, a festa foi formidavel, diverti-me imenso, lembrei-me que, de facto, tenho muita sorte em ter os amigos que tenho, que me encheram de mimos. Diverti-me imenso, obrigada a todos.

segunda-feira, janeiro 30, 2006

Raios

Hoje era suposto ser um dia atarefado, com muitos afazeres e uma reunião. Afinal fiquei de molho em casa com vómitos e diarreia. E como se não bastasse a máquina de lavar roupa avariou. Bolas!

sábado, janeiro 28, 2006

Mãe Solteira

Há cerca de 2 anos e meio que sou mãe solteira. Lembro-me que nos primeiros tempos horrorizavam-me as compras, o ter que descarregar o carro e levar tudo para cima sozinha. Os miúdos, num instante, começaram a ajudar a levar os sacos mais leves e comecei a comprar quantidades pequenas. Como não precisava de esperar por companhia podia sempre ir mais vezes às compras. Lembro-me das birras da Sofia nos primeiros meses, enormes, por tudo e por nada, como se a estivessemos a maltratar. Depois, com o tempo a rotina do "sem o pai" instalou-se. No entanto ainda me custa adormecer sem companhia e tenho que me conter para não disputar a atenção do pai com os miúdos. Mas odeio a situação.
Era fácil dizer que admiro as mães que criam os filhos sozinhas, mas não admiro nada. É chato. Não é difícil, faz-se. Mas é muito desagradável não poder compartilhar as gracinhas e as descobertas, as notas e os castigos. E é chato ter que pegar no telefone para desabafar em vez de esperar pelo fim do dia e contar tudo olhos nos olhos.
Eu sei que tenho sorte, que é uma situação transitória, que temos os Domingos e as férias escolares. Mesmo assim, odeio a situação. A única coisa que torna tudo mais fácil de suportar são os dez minutos diários, às 6.45 da manhã, em que saio do duche e volto a enfiar-me na cama, para aquecer e criar coragem. É sempre o melhor momento do dia.

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Pré revolução

O meu sindicato resolveu fazer um plenário. Eu resolvi ir. Depois descobri que afinal liberdade sindical não é para todos. Tenho que começar a repensar as minhas opções profissionais. Ou será a minha nacionalidade?

segunda-feira, janeiro 23, 2006

Não quero os resultados de ontem!

E não estou a falar de futebol.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Cinema

Adoro cinema. Desde a primeira vez, com 5 anos, em que me maravilhei com o tamanho daquela televisão, que fiquei viciada. No entanto, de há uns anos para cá, não tenho conseguido matar a fome ao vício.
Quando comecei a namorar com o JP achei que me tinha saído a Sorte Grande. Afinal com um namorado que trabalhava numa empresa ligada ao cinema, de certeza que haveria bilhetes para dar e vender. Sendo ele a minha alma gémea não me passou pela cabeça que não gostasse de cinema. Pouco tempo depois percebi que a vida nunca é assim tão simples. Claro que ele gostava de filmes. Mas se via cada filme 25 vezes antes de estrear, perdia a piada ir ao cinema. Para agravar a questão, aos poucos, ver filmes deixou de lhe parecer boa ideia para os tempos livres.
Apercebi-me, então, que detestava ir ao cinema sozinha. Mais do que ver um filme, gosto do ritual, de sair de casa, de comprar o bilhete, de beber um café a correr porque o filme está quase a começar, de comprar (sim, eu admito, sou dessas) um enorme balde de pipocas, metade doce, metade salgado, para devorar durante a sessão.
Portanto, ao fim de um ano de casada, tenho bilhetes para dar e vender mas não tenho companhia. Nesta altura a paixão sôfrega que nos assolou durante os primeiros tempos de casados começa a dar lugar a um amor calmo e confiante e começo a ponderar ir ao cinema sem ele. É então que fico grávida, o que me destrói irremediavelmente como cinéfila. Um simples anúncio publicitário reduz-me a lágrimas. Está fora de questão ver filmes que envolvam criancinhas. E pensando bem, qualquer ser humano pode ser o meu filho. Seguem-se quatro anos de comédias românticas e filmes leves "ad nauseum". Não vi o Titanic. Não vi o 6º sentido.
Findos os quatro anos a minha sensibilidade começou a melhorar e deixei os berreiros por tudo e por nada. Ainda pensei nisto antes de aumentar a família mas não me pareceu uma razão suficientemente forte para não o fazer. Vá-se lá saber porquê. E voltamos à Meg Ryan em grande estilo.
Passados 4 anos e uns meses, venho por este meio declarar-me pronta a redescobrir a minha paixão. Afinal vi o Sin City sem pesadelos. Portanto, da próxima vez que se sentirem incomodados com o ruído das pipocas ao vosso lado no cinema, olhem bem, que posso ser eu. Se o balde for dos grandes, sou de certeza. Isto se arranjar companhia e pontos de baby-sitter.

terça-feira, janeiro 17, 2006

Dúvidas Existênciais

A Sofia anda cheia de dúvidas (palavra dela):

-Quem fica com as casas das pessoas que morrem?
-Os mortos-vivos andam de olhos fechados?

Já eu gostava de saber onde é que ela vai buscar estas taras...

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Preciso...

... de um novo projecto. Isto anda a tornar-se monótono.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Notícias

Hoje de manhã estavam 0ºC e havia uma camada de gelo no meu para-brisas.
Parece que vou passar menos duas horas por semana na escola.
Vou ver os óscares em directo este ano. Pena é não ser ao vivo.
Baaaa!

sábado, janeiro 07, 2006

Fim de Semana

Foi uma semana longa e banal. O que me vale são as gracinhas dos meus filhotes, a irromperem o cinzento, arrancando-me sorrisos e aquecendo-me o coração.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Resoluções de Ano Novo

A vontade de começar algo de novo em 2006 é grande. No entanto 2005 deixou-me mal resolvida, portanto, antes de mais, há que resolver-me. Por outro lado as resoluções de Ano Novo tornam concretos objectivos mais facilmente fracassados do que se não passarem de vagas ideias ou vontades. O Ano Novo poderia começar já agoirado. Outra das coisas que me desagradam nestas resoluções, é a prisão que as metas estabelecidas logo no início representam. Sei que os meus sonhos são voláteis e vão-se modificando ao sabor das minhas próprias mudanças de personalidade, à medida que vou crescendo, amadurecendo, ou, de facto, envelhecendo. Gosto de ser livre para mudar de ideias.
Agora que divago sobre isto apercebo-me de que nunca estabeleci resoluções de Ano Novo no passado. Limitei-me sempre a desejar um Ano melhor que o anterior, sem explicitar nunca o que iria fazer para que isso acontecesse. Excepto 1994, quando desejei que o Novo Ano fosse igual ao anterior. Não foi. Nada na vida é igual. O que, este Ano, é uma espécie de conforto.
Assim, para 2006 resolvo resolver-me, ou pelo menos, fazer algo por isso.

quinta-feira, dezembro 29, 2005

Café

Hoje fui beber um café com esta menina. Adorei a claridade das ideias a condizer com o olhar. O tempo passou a correr e deixou vontade para mais.