Mostrar mensagens com a etiqueta Sei lá. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sei lá. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, julho 14, 2009

A Culpa

Tenho a cabeça à volta com a necessidade de tomar decisões e assumir responsabilidades. Penso em como foram bons os últimos 15 anos neste aspecto e apercebo-me de que nunca tive realmente dificuldades com as decisões. De uma forma ou de outra procuro rapidamente soluções para os problemas e defino o que quero, pesando os prós e os contras. Não tenho grandes problemas em assumir responsabilidades e em dar a cara. Já a culpa é outro assunto diferente.
De há uns meses para cá as escolhas são minhas, as decisões são minhas, as responsabilidades são minhas. Mas tenho a perfeita noção de que as consequências também são minhas e se algo falhar a Culpa é minha.
Estou rodeada de pessoas que gostam de mim e que têm a bondade de me aconselhar quando lhes peço e, às vezes, mesmo quando não peço. são pessoas inteligentes e astutas que põe o meu bem-estar à frente e que têm o bom senso de me fazer ver os prós e os contras. Mas isto não altera o facto de as consequências serem exclusivamente minhas, de ser eu a ter de resolver quando as coisas correrem mal, de em última análise A Culpa ser minha.
Ao escrever isto apercebo-me de que não serei recriminada. Se a decisão for errada vou ter apoio e ninguém vai deixar de gostar de mim por causa disso. Curiosamente isto não me ajuda a tomar a decisão. O facto de não me recriminarem não quer dizer que não as desiluda e não me apetece desiludir ninguém. Bolas que sou complicada!

terça-feira, novembro 11, 2008

Nariz - pensamentos em redor do tema

Durante anos serviu de detector de mentiras cá em casa.
Tenho uns amigos muito queridos a morarem lá. Bolas, esta soou mal, parece que tenho uma infestação de alguma coisa no nariz. E não, os meus amigos não são macacos.
Estou sempre a metê-lo onde não devo.
Odeio o meu nariz, detesto ver-me de perfil.
Imagino-me com um nariz maior do que o que realmente tenho.
O ano passado houve uma noite em que desejei ardentemente estar em Nariz.
É-me muito útil para segurar os óculos.
Volta e meia avaria. Com bastante frequência. Nas últimas semanas é objecto dos meus pensamentos várias vezes por dia.
Há alturas em que a minha única ambição na vida é ter um nariz que funcione. Pai Natal, se estás a ler isto, este Natal gostava de ter um Nariz a funcionar.
Estilo isto:

Mas mais acima.

domingo, maio 18, 2008

Mas porque raios anda ela a encher isto de canções?

Porque às vezes sinto que já foi tudo dito. E que outros o disseram melhor. Porque às vezes me apetece-me plagiar. E porque me apetece cantar. E porque sim.

quinta-feira, maio 01, 2008

Odeio Novelas

Odeio novelas. Odeio intensamente, com aquele ódio profundo que nos faz estremecer o corpo, respirar em golfadas e vibrar as narinas. Só assim vale a pena odiar, aliás, só vale a pena sentir com intensidade. Os sentimentos, ao contrário da água do banho, querem-se gélidos ou a escaldar, para rebentar com a indiferença.
Mas voltando às novelas, odeio os amores impossíveis, que seriam tão fáceis de resolver se os personagens tivessem um bocadinho de espinha dorsal. Odeio os dilemas morais que são na maioria das vezes tão cretinos que só nos dão vontade de rir. Odeio que os poucos personagens com espinha dorsal, os que decidem coisas e tomam atitudes, optem sempre por caminhos parvos, que tornam ridículo o sacrifício penoso por eles escolhidos. Odeio a forma como todos os personagens são sempre tomados por sentimentos extremos que lhes impossibilitam a lógica e lhes adormecem a capacidade de pensar. Odeio a importância desajustada que é dada aos sentimentos extremos, não estou a dizer que não são importantes, mas também não controlam as pessoas da forma que aparecem nas novelas.
Dizia Campos que todas as cartas de amor são ridículas. As novelas também.

terça-feira, setembro 11, 2007

Schmooze

Foi-me concedido isto:


Cabe-me fazer um discurso se agradecimento. Pensei começar assim:

"Quem me conhece sabe que sou de poucas falas..." Bom, podia, mas é mentira.

"Quem me conhece sabe que sei quando me devo calar..." Também não é inteiramente verdade...

Quem me conhece sabe que falo que me desunho. Quem não me conhece, como o Vítor, aparentemente adivinha que falo demais. Estou-lhe muito grata pelo feito divinatório e nomeio faladoras as seguintes pessoas:

Mamaíta e Escalla (por experiência própria);

Blueangel (via msn);

Vanadis e Nelson (a minha vez de adivinhar).

Posto isto estão cumpridas todas as regras, excepto o beijo pró Mike, que é para o piqueno controlar o desenrolar da parvoeira que inventou.