segunda-feira, maio 28, 2007

Beijo

Hoje fui do Aeroporto ao Rato em busca de um beijo. Há alturas assim, em que nada nos serve, nada nos cala, nada nos sacia a não ser um beijo. E não serve um beijo qualquer, tem que ser o beijo perfeito para a ocasião, que os beijos não são todos iguais. Há beijos arrebatadores, com promessas de sequelas tórridas, beijos tímidos, a perguntar se é boa altura, beijos desinteressados, a dizerem "olá, tudo bem?", beijos curiosos, de quem se começa a conhecer e tem vontade de explorar... Hoje nenhum destes servia.
Hoje precisava do beijo que tive, doce, suave, terno, a tocar na alma, a prometer estar lá, hoje e sempre, a dar apoio, compreensão e amor, daquele amor sem pressões nem pressas, que confia e protege. Como eu queria, como era preciso.
Demorei duas horas a ir e vir, só por um beijo, mas valeu cada segundo...

sábado, maio 26, 2007

Histórias de Futebol

Não que eu seja grande fã, mas há aspectos que me fascinam.


quinta-feira, maio 24, 2007

Engenheiro...

..ou não. Se calhar nem é seguro escrever a palavra.

segunda-feira, maio 21, 2007

Não Quero Aferir

Nem ser aplicadora. A não ser que seja para aplicar um par de estalos a quem teve a fabulosa ideia. Estão sempre a queixar-se dos custos, mas ninguém faz contas ao preço desta inutilidade. Raios!

quinta-feira, maio 17, 2007

Calor

Foi um dia de espreguiçar e preguiçar. Soube bem.

segunda-feira, maio 14, 2007

Sofia a Tripar

Enquanto a mãe a penteava de manhã:

"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"

segunda-feira, maio 07, 2007

Truques para um casamento bem sucedido

Não contactar socialmente com as seguintes pessoas:








sexta-feira, maio 04, 2007

Flashback

James Dean



James Franco



Mamma Mia, here I go again...

quinta-feira, maio 03, 2007

Super Vilão

UIIIII!!!!!!!!!!!!!

Been there





Eu cortava-lhe os últimos dez minutos. Lágrimas a mais.

sexta-feira, abril 27, 2007

segunda-feira, abril 23, 2007

Naturismo

Tenho saudades do tempo em que chegava aqui e desnudava a alma. Já não consigo. Os textos giram-me na cabeça durante dias e acabam por se esfumar. Desaparecem mal, deixam o fundo da boca a saber a azedo e o espírito inquieto. Insatisfeito. Como se cheirasse um bolo de chocolate e não o pudesse comer.
Não quero deixar de escrever, mas também não consigo escrever. Fico a pensar se será esta escrita demasiado pública. Depois penso que não. Percorro a minha vida e lembro-me que tenho confiança em mim mesma. Segurança. A seguir lembro-me que não me consigo olhar ao espelho há alguns dias e lá se vai a segurança. Não quero falar disto com ninguém. Toda a gente tem receitas mágicas e está pronta a partilhá-las comigo. Não quero respostas mágicas. Não quero nada.
Talvez descobrir o problema...

Não Quero II...

...nada. Absolutamente nada.

sexta-feira, abril 20, 2007

sexta-feira, abril 13, 2007

Pela Culatra

Aqui há uns meses descobri o presente de Natal perfeito para a minha mana mais velha:


Agora decidi-me a ver a dita primeira temporada. E a segunda. E a terceira...

segunda-feira, abril 09, 2007

Inveja III

Hoje passou, finalmente. A minha M. já tem o seu pequenino nos braços e eu tenho cinco sobrinhos com menos de um ano para estragar de mimos. É para compensar o meu coração dos desejos impossíveis. É bom terem sido possíveis para quem me é querido.

sexta-feira, março 30, 2007

Para Sul

Mais uma vez, depois de 15 dias e muito trabalho.

quinta-feira, março 15, 2007

Norbit numa palavra:

Não!

segunda-feira, março 05, 2007

Out of the Closet

O caso deu-se na semana passada. Estava eu a descansar no quarto quando oiço um ruído estranho vindo do roupeiro. Levanto-me rapidamente e vejo a minha cadela, calmamente, a sair do armário. Ao fim de tantos anos. Quem diria...

quinta-feira, março 01, 2007

Hoje

Não dói mais do que ontem ou do que na semana passada. Estava convencida de que doeria mais, mas sinto o mesmo. Não mudou nada. Há dias muito piores. Noites em que, independentemente do mês, os sonhos são extremamente reais. Não são sonhos maus, são normais. Sonhos em que acontecem coisas normais, em que a vida é normal. Sonhos povoados por olhares quentes, gargalhadas fáceis, discussões intensas sobre coisas que não interessam nada. Discussões sobre política, em que nada se conclui. Perguntas de algibeira sobre definições científicas a propósito de coisa nenhuma. Coisas absolutamente normais, coisas do dia-a-dia, mas que nesses sonhos parecem reais. Parecem estar mesmo a acontecer, como aconteceram sempre, como nunca poderiam deixar de acontecer.
Depois acordo e a primeira coisa de que me lembro é que nunca mais acontecerão, que foi só um sonho e a sensação de dor é muito intensa como se tivesse acabado de acontecer. Como acabou de acontecer com certeza, ainda agora no sonho estava tudo normal. E já não está. A vida não segue como normalmente. Não segue sequer, os sonhos pertencem a outra vida, àquela que já foi, não a esta re-inventada a partir deste buraco na alma.
Mas hoje não dói mais, porque esta noite não sonhei e é um dia como os outros.