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segunda-feira, maio 18, 2009

domingo, setembro 07, 2008

Choque Tecnológico...

...é quando recebemos no Hi5 um pedido de amizade da nossa Mãe. Passado o choque enche-nos um orgulho enorme de ter uma Mãe que se esforça por ir mais além. Boa, Mãe!

sexta-feira, julho 27, 2007

Johnny

Para te animar.

Porque a família não é só aquela em que se nasce, mas também aquela que se escolhe.

sexta-feira, junho 29, 2007

O Pc e o Pai

Desde 1993 que tenho computador. Não o mesmo, mas um computador. Normalmente eu e o Jp conseguimos dividi-lo sem grandes crises: eu uso durante o dia, o Jp usa à noite. Aqui há uns dois anos, graças a um IRS mais gorducho decidimos comprar um portátil. Veio mesmo na hora H. Com o curso do Jp e as minhas reuniões, tem dado imenso jeito ter dois computadores em casa.
Anteontem o Pc decidiu emitir cheiro. Um cheiro suave que começou baixinho, como quem não quer a coisa, mas que em breve se afirmou como um cheiro intenso a queimado. Tendo em consideração que, já há um ano, que o dito objecto descansava no escritório, de entranhas abertas e ventoinha apontada nos dias de calor, decidimos que o cheiro era a gota que enchia o copo. Lá foi o Pc para a oficina. Ontem à noite havia apenas um pc em casa. Eu tinha actas e "coisas" para tratar, o Jp tinha um jogo para jogar, o João tinha que falar com um amigo e ainda havia que decidir o sítio das férias.
No meio do desconforto que se gerou e com a Sofia a reclamar que queria ir ao mini-click, espantei-me com o facto do Pc fazer tanta falta e voltei-me para o Jp: "Nem acredito que somos uma família de dois computadores..." Ao que ele me responde a rir: "O que ainda não percebeste é que somos uma família de quatro computadores!"
Hoje a campainha toca por voltas das seis e meia e os miúdos correm para a porta a gritar, como sempre, "É o Pai, é o Pai!" O João, que já está cansado de ouvir que tem de espreitar antes de abrir, espreita pelo óculo e diz, feliz: "Melhor do que isso, é o Pai com o Computador!"

domingo, junho 24, 2007

Brasileira

Ontem paguei 8 euros por duas queijadas de limão e dois leites com chocolate quentes. Puxado, mas estava-se bem na Brasileira, às duas da manhã, enquanto os empregados arrumavam mesas e varriam o chão. Estava-se bem porque o leite aquecia o corpo e a conversa aquecia a alma. E apesar do cansaço e do sono que não nos largava custou despedir.

sábado, junho 23, 2007

Esta Noite


Vou ver o Bruninho com a minha Dragon Slayer preferida.


quinta-feira, junho 14, 2007

Lamechas

Isto.





Mas não me sai da cabeça depois da conversa de ontem.

segunda-feira, junho 11, 2007

Volta

Se tu não voltasses os dias eram como hoje. Nem bons nem maus. Normais, iguais aos outros, mas com uma comichãozinha estranha. Aquela impressão de que há algo que nos escapa. No fim do dia lembrei-me: hoje não falei contigo. Não que tenha algo para te dizer, não tenho, foi um dia igual aos outros. Mas ontem também não falei contigo. E anteontem foi apenas aquela chamada rápida a dizer que ias passar a fronteira. Não há grande coisa a contar, o fim-de-semana foi banal e o dia de hoje também. Mas já olhei umas quantas vezes para o telefone. Parece que afinal as nossas conversas de chacha fazem falta.
Se tu ficasses aí os dias eram como hoje, com uma comichãozinha atrás do coração, a juntar à alergia que todos os dias me arranha a alma.

terça-feira, junho 05, 2007

Dormir até tarde

Cá em casa todos acordamos muito cedo de Segunda a Sexta-feira. Os adultos acordam às 6.30 da manhã e as crianças entre as 7.00 e as 7.15. Até sairmos todos de casa às 8.05 reina a confusão. Entre as resmunguices típicas da manhã, a preguiça de quem ainda tem sono, os constantes apelos ao desembaraço, as coisas de última hora e a pressa, o alvoroço é grande. Todos falam ao mesmo tempo, há correrias, gritos para o outro lado da casa, apitos de electrodomésticos e implicações fraternas constantes.
No meio de toda esta barafunda, mesmo no meio (no hall, que dá acesso a toda a casa) um ente dorme descansado, como se rodeado do mais profundo silêncio. E é assim que, todas as manhãs, somos taxativamente ignorados pela Lária, a cadela da casa, que dorme mais uma hora, alheia a tudo e a todos, enquanto aguarda que chegue a pessoa que realmente importa. Porque afinal, a D. Lurdes, que é quem a leva à rua de manhã, só entra às 8.00.
Cumprimentar os donos? Para quê? Estamos, portanto, abaixo de cão.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Pipoca

Já há muito tempo que não dedicava nada à minha Pipoca. Assim sendo, aqui vai:



domingo, outubro 08, 2006

Mas

Não me apeteceu escrever mas no ultimo post. Não quero misturar as preocupações com a felicidade. A minha irmã e a minha prima estão doentes e há um cantinho do meu cérebro que nunca desliga delas. É só um bocadinho verde de preocupação, resultante de amar muito. E apesar do facto delas estarem doentes ser mau, amá-las muito é bom e eu sei que vão ficar bem. Têm de ficar!

segunda-feira, maio 16, 2005

Desabafar sabe bem

De repente já havia a proverbial luz no fundo do túnel.
Agora só me apetece encher os meus filhos de mimos. Assim, o banho vai mesmo ser de diversão, com a banheira a transbordar de espuma e o lanche passou de leite e pão com fiambre a chá de camomila, com mel e torradas com manteiga e doce, com a televisão ligada no Panda. Curiosamente o programa que está a dar é o do Tim com os padrinhos mágicos.
E sabe tão bem, de vez em quando, pensar que estamos magicamente protegidos.

quinta-feira, março 31, 2005

Sol

Cheguei à janela e reparei que estava um Sol radioso. Assim sendo vamos agarrar num lanche, em chapéus e na máquina fotográfica e vamos sair. Primeiro buscar um primo e depois até à Quinta Pedagógica.
É bom deixar finalmente este estado de hibernação!

quarta-feira, março 30, 2005

Primas

A Primavera deu hoje um ar de sua graça. Após este longo e penoso Inverno, o tempo aqueceu e está uma noite gloriosa. Daqui de onde me sento, vejo o cabide da entrada, ainda pejado de casacos de Inverno. Finalmente vou poder ver-me livre deles.
Os dias sucedem-se repletos de actividades fáceis e bem-dispostas.
Ok, excepto o funeral da tia Virgínia, na Segunda-feira, mas nunca fomos chegadas e a senhora já tinha 99 anos. Curiosa a vida desta senhora, passada ao redor dos sobrinhos... Vejo-me a redescobrir a família, especialmente as primas. Reencontro as minhas primas direitas, tão irmãs que eramos em pequenas e tão fácil que é retomar o contacto. Como é que nos resignámos a vermo-nos poucas vezes no ano? Não volta a acontecer.
Redescubro as outras primas, também sobrinhas da tia Virgínia, com quem nunca troquei mais do que cumprimentos de ocasião e que têm tão pouco em comum connosco que nem parecemos família.
Vi, esta semana, o que nos afastámos das raízes, quando todos os parentes perguntam à minha tia se sou filha dela. Nem me conhecem a mim, nem às minhas primas...
Não quero voltar, não me apetece ter raízes ali. Nunca gostei da mentalidade de pequena vila. Antes a pseudo-cidade, onde ninguém tem raízes. Aqui lutamos todos para criar uma comunidade nova. Provavelmente igual às outras, mas com menos preconceitos porque mais recente. Ou pelo menos assim espero...