segunda-feira, junho 11, 2007
sábado, junho 09, 2007
sexta-feira, junho 08, 2007
Rímel e totós
Fui a um baile esta semana. Um baile lindíssimo, de sonho. Pelo menos acho que já sonhei com um baile assim, uma vez, há muitos anos.
Os meus filhos ficaram entusiasmados com a ideia e também quiseram ir. Expliquei-lhes que não, que não poderiam ir sem serem convidados e que não me cabia a mim convidar.
A Sofia pediu para ver enquanto eu me arranjava e foi fazendo comentários: "Que vestido espectacular! Só lhe faltam brilhantes. Que maquilagem vais pôr, mãe? Posso ajudar-te? Sei fazer maquilagem de borboleta e de princesa, mas se calhar não interessa para o baile. Como é que são pinturas de baile? Vais pintar os olhos? Devias pôr baton vermelho. E pintar as unhas de vermelho ou cor-de-rosa. O Y. tem pinturas fabulosas, não é por ser brasileiro, mas as pinturas dele são fabulosas, têm brilhantes, menos as amarelas, que amarelo nos olhos não fica muito bem (respirou). Queres levar uns sapatos brancos? Porque é que não levas os teus sapatos de novia?"
A quem é que ela sai assim? Terei pedalada?
O João ficou triste: " Nunca irei a um baile a não ser que seja para a minha turma. Nunca ninguém me vai convidar porque eu sou totó, só me faltam os óculos e a roupa..."
Saio em defesa da minha cria: "Totó, João? Onde é que foste buscar essa ideia? Quem é que disse que eras totó?"
Resposta na ponta da língua: "Eu sei ver, mãe. Repara: gosto de ciência, sou fraquinho a educação física e não gosto daquilo que gostam os meninos da minha idade. Sou totó."
Sei tão bem a quem ele sai. Vimos este filme tão de perto, eu e o Jp.
Antes de sair de casa sinto-me uma Cinderela: por mais que procure não encontro o sapatinho. Ok, sapatinho é maneira de dizer, não encontro o raio da sandália. A alternativa não é o sapato de novia, mas tem quase 10 cm de altura. Ainda consegui dançar duas músicas, mas o síndrome de Cinderela perseguiu-me e à meia noite saí do baile em total agonia e desesperada por desmontar das andas.
terça-feira, junho 05, 2007
Dormir até tarde
Cá em casa todos acordamos muito cedo de Segunda a Sexta-feira. Os adultos acordam às 6.30 da manhã e as crianças entre as 7.00 e as 7.15. Até sairmos todos de casa às 8.05 reina a confusão. Entre as resmunguices típicas da manhã, a preguiça de quem ainda tem sono, os constantes apelos ao desembaraço, as coisas de última hora e a pressa, o alvoroço é grande. Todos falam ao mesmo tempo, há correrias, gritos para o outro lado da casa, apitos de electrodomésticos e implicações fraternas constantes.
No meio de toda esta barafunda, mesmo no meio (no hall, que dá acesso a toda a casa) um ente dorme descansado, como se rodeado do mais profundo silêncio. E é assim que, todas as manhãs, somos taxativamente ignorados pela Lária, a cadela da casa, que dorme mais uma hora, alheia a tudo e a todos, enquanto aguarda que chegue a pessoa que realmente importa. Porque afinal, a D. Lurdes, que é quem a leva à rua de manhã, só entra às 8.00.
Cumprimentar os donos? Para quê? Estamos, portanto, abaixo de cão.
sábado, junho 02, 2007
Post pedido pela Pipoca
Coito Interrompido
Ontem fui ao cinema ver cenas chocantes:
À meia noite, arrastei a minha Mestre A. para um Quarteto vazio e envelhecido. O filme começou com 15 minutos de atraso. Descemos umas escadas escuras e entrámos numa sala forrada de vermelho e absolutamente vazia. Depois de nós entraram dois casais, um mais heterogéneo que o outro e sentaram-se atrás de nós. O filme começou sem que as luzes se apagassem. O homem atrás de nós levantou-se e saiu da sala para chamar alguém. As luzes apagam-se e a coisa compõe-se.
O filme, longe de escaldante, parecia prometer. Histórias interessantes e boas gargalhadas. De repente as luzes acendem-se. Aparentemente o Quarteto ainda faz Intervalo. O casal menos heterogéneo já não estava na sala.
Depois de uma visita à casa de banho, o filme recomeça. Agora menos interessante. As histórias já começadas não se desenvolvem e começam novas histórias. Histórias simpáticas, mas queria ver como prosseguiam as outras. Voltam a dar atenção à história do casal idoso. Parece prestes a ter algum tipo de desenlace. De repente surgem os créditos. Nem queria acreditar. A história não acabou! Nenhuma das histórias acabou! O raio do filme NÃO TEM FINAL!!!
A sensação de frustração ainda perdura, passadas mais de 12 horas. Ontem vi um filme fantástico, tristemente interrompido vá-se lá saber porquê. Cenas de natureza surreal.
sexta-feira, junho 01, 2007
Ego
Enquanto construo o projecto que me vai manter mentalmente sã nos próximos meses vagueio pela net. Descubro gente cheia de palavras lindas que me enchem de vergonha do modo como tenho tratado o meu blog. E de vontade de escrever mais e melhor. E de certeza de que não tenho mesmo nada para dizer.
A verdade é que, quando está tudo bem, não há nada de interessante para contar. Quando está tudo mal, não me apetece falar disso.
E é como eu quiser porque, apesar da vergonha, da vontade e da certeza, continuo a escrever para mim, ou não fosse este um blog egocêntrico.
A verdade é que, quando está tudo bem, não há nada de interessante para contar. Quando está tudo mal, não me apetece falar disso.
E é como eu quiser porque, apesar da vergonha, da vontade e da certeza, continuo a escrever para mim, ou não fosse este um blog egocêntrico.
quinta-feira, maio 31, 2007
quarta-feira, maio 30, 2007
Para quem diz...
... que sou preguiçosa e não ligo nenhuma ao meu Blog, quero fazer notar que o post abaixo deu trabalho, exigiu pesquisa e demorou tempo.
De Greve...
E portanto com tempo para parvoar. Assim, proponho-me iniciar uma campanha para o Peter Petrelli cortar o cabelo, baseando-me nos seguintes factos:
Com o apoio de:
segunda-feira, maio 28, 2007
Beijo
Hoje fui do Aeroporto ao Rato em busca de um beijo. Há alturas assim, em que nada nos serve, nada nos cala, nada nos sacia a não ser um beijo. E não serve um beijo qualquer, tem que ser o beijo perfeito para a ocasião, que os beijos não são todos iguais. Há beijos arrebatadores, com promessas de sequelas tórridas, beijos tímidos, a perguntar se é boa altura, beijos desinteressados, a dizerem "olá, tudo bem?", beijos curiosos, de quem se começa a conhecer e tem vontade de explorar... Hoje nenhum destes servia.
Hoje precisava do beijo que tive, doce, suave, terno, a tocar na alma, a prometer estar lá, hoje e sempre, a dar apoio, compreensão e amor, daquele amor sem pressões nem pressas, que confia e protege. Como eu queria, como era preciso.
Demorei duas horas a ir e vir, só por um beijo, mas valeu cada segundo...
sábado, maio 26, 2007
quinta-feira, maio 24, 2007
segunda-feira, maio 21, 2007
Não Quero Aferir
Nem ser aplicadora. A não ser que seja para aplicar um par de estalos a quem teve a fabulosa ideia. Estão sempre a queixar-se dos custos, mas ninguém faz contas ao preço desta inutilidade. Raios!
quinta-feira, maio 17, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Sofia a Tripar
Enquanto a mãe a penteava de manhã:
"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"
"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"
segunda-feira, maio 07, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
quinta-feira, maio 03, 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)













