Agora vem aí um bebé secreto. Aquele bebé que não convinha a ninguém, que não vai dar jeito nenhum. Mas ainda bem que vem, porque os bebés são sempre benvindos. Sei que a dor vai toda embora, vai-se desvanecer com o tempo e, quando já não doer, só vai sobrar o bebé. Eu estarei, como sempre, do teu lado. E, como sempre, o teu bebé será um bocadinho meu...
quarta-feira, janeiro 26, 2005
quarta-feira, janeiro 19, 2005
As Horas
Das 24 passamos sempre 8 juntos. As 8 horas em que dormes... E os fins de semana que são sempre demasiado curtos e demasiado cheios. E querer ou não é um exercício sem sentido.
terça-feira, janeiro 18, 2005
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Cultura
Hoje, mais do que culta, sou cultura. Mais uma vez não quero, e luto com todas as forças do meu organismo para deixar de o ser. O meu corpo aquece no frenezim da luta e contrai-se em espasmos de dor. Nada adianta, os malditos vírus não me largam. Sinto-me uma autêntica caixa de Petri.
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Companhia
Hoje não queria estar sozinha. Isto é verdade quase todos os dias. Desejo que chegues cedo, que me abraces e que faças o mundo desaparecer. Desejo muito, desejo diariamente.
Às vezes chegas cedo, mas só isso não chega para tornar o meu desejo real.
Às vezes chegas cedo, mas só isso não chega para tornar o meu desejo real.
quarta-feira, janeiro 05, 2005
Razões I
Há uns dias que ando a pensar em publicar as razões porque não quero. Mas isso implica escrever... E eu continuo a não querer. Já ir ao cinema...
terça-feira, dezembro 28, 2004
Banalidades obsessivas
Há coisas banais, que nenhuma importância têm para o sentido da vida. E, no entanto, são urgentes, inadiáveis e obsessivas. De repente reviram a nossa vida e tornam-se o centro de tudo.
Coisas que tomamos como certas e que não o são. Pensamos que poderemos sempre contar com elas e, de repente, vêmo-nos despojados de algo que se reveste de uma importância extrema.
Pois é, tenho a máquina da roupa avariada...
Coisas que tomamos como certas e que não o são. Pensamos que poderemos sempre contar com elas e, de repente, vêmo-nos despojados de algo que se reveste de uma importância extrema.
Pois é, tenho a máquina da roupa avariada...
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Mesmo nada
Hoje não quero, mesmo nada, que a minha filhota esteja doente. E desta vez não tenho mesmo voto na matéria.
quarta-feira, dezembro 22, 2004
Rica!
E pronto, com o trabalho feito passam a não me apetecer outras coisas. De momento não quero falar. O meu próprio silêncio é mais valioso que diamantes porque muito, mas muito mais raro.
segunda-feira, dezembro 20, 2004
e também não quero...
... trabalhar. Não me apetece mesmo nada. Mais uma vez me encontro a fazer o que não quero.
Ou será que me perco?
Ou será que me perco?
Estou tramada
Agora que tenho um Blog só me apetece escrever. Estou parva de todo.
O lógico seria arrumar isto no canto das coisas perdidas e não pensar mais no assunto.
Estupidamente, não consigo. Estou a ver que criei um monstro...
O lógico seria arrumar isto no canto das coisas perdidas e não pensar mais no assunto.
Estupidamente, não consigo. Estou a ver que criei um monstro...
Porque não
Não quero escrever! Não quero ter um Blog! Porque é que passo a vida a fazer coisas que não quero? Porque é que acabo de criar um Blog se não quero?
Acredito ou não no destino?
Acredito ou não no destino?
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