I Know Everything. E se toda a gente fizesse o que eu digo tudo correria melhor. E seríamos todos mais felizes. E também acredito no Pai Natal!
segunda-feira, julho 09, 2007
domingo, julho 08, 2007
Artes e Artistas
Conversa estranha (estilo Bagaço):
Eu - Ainda bem que te encontro. Tenho uma cena para te cravar, mas é um pincel muita grande...
Ela (muito séria) - Isso vai ser difícil, cá no departamento só temos pincéis pequenos.
Eu - Não, não é um pincel que eu quero, a tarefa é que é um pincel. Temos estas plantas em folhas muito grandes e temos que reduzi-las para tamanho A4 ou algo assim do género.
Ela - Ah! Nesse caso fala com a E. e o J., que eles têm mais jeito para isso do que eu.
Eu - Ok. Só te pedi a ti porque me disseram que a tua área é arquitectura.
Ela - Mas não é para pintar os vasos das plantas? Eles são melhores nisso do que eu. Não era para isso que querias o pincel?
Eu - ...
Silêncio
A casa está deserta. Foi um filho para cada avó. É bom para eles e para elas. Permite-lhes ter praia enquanto os pais trabalham e estreitar laços. Permite-lhes contactar realidades diferentes. A nós, permite-nos ter espaço para a relação e sossego.
E agora o que é que eu faço com tanto silêncio e com buracos dentro de mim?
sexta-feira, julho 06, 2007
O Príncipe e o Sapo
A nossa infância está repleta de histórias em que se beijam sapos e estes se transformam em príncipes. Em lado nenhum nos dizem o que fazer se, ao beijarmos o Príncipe, ele se transformar num sapo. Daqueles verdes, grandes e asquerosos.
quinta-feira, julho 05, 2007
Prémios
Recebi esta semana dois prémios fantásticos:


Oferecido por esta menina.
A ambas agradeço a honra, que considero não merecer e peço desculpa por não passar adiante, mas uma e outra já contemplaram as pessoas em quem eu pensei e para além disso ando cheia de trabalho. Obrigada na mesma!
segunda-feira, julho 02, 2007
domingo, julho 01, 2007
Os desastres de Sofia
Os dentes incisivos superiores estavam a abanar ligeiramente. Nada de especial, ainda iam demorar tempo a cair. Depois veio a amiga S., que lhe deu com um livros pesado na boca e o incisivo direito ficou a abanar muito. "Viste com a S. é minha amiga, mãe? Já está quase a cair!"
Ontem ficaram em casa da avó, à tarde, enquanto eu e o pai comprávamos um presente. No fim da tarde chega o telefonema, na primeira pessoa: "Tropecei e caíram-me os dois dentes, mãe. Agora vou levá-los para casa para a fada dos dentes vir buscar."
Não me disse que saiu de casa da avó sem autorização. Não me disse que rebolou monte abaixo. Não me disse que levava vestida uma camisa da avó que lhe dava pelos pés. Não me disse que arranhou o nariz e o braço e os joelhos. Há que focar apenas o que importa: dois dentes, duas moedas.
sábado, junho 30, 2007
Alfinete no Deserto
Alfinete tem de atravessar um deserto. Não foi uma escolha dela, ninguém escolheria atravessar um deserto. Não foi sequer um risco calculado, Alfinete nunca se arrica, conduz sempre dentro da sua mão e cumprindo todas as regras, foi o chamado "azar do caraças". Alfinete esteve no sítio errado, à hora errada, com as pessoas erradas e nem sequer sabe quando é que isso aconteceu. E agora tem o raio do deserto para atravessar. A raiva por vezes cresce dentro dela e parece querer suplantar o desespero. É tão injusto ser com ela, tão injusto ter de o fazer!
E depois é desconfortável, o calor aperta de vez em quando, há que beber muita água, há que medir cada passo, há que seguir o mapa de perto. Mas o pior é a seca. Descomunal seca. E a prisão, os limites. A única coisa que torna tudo suportável é que o deserto tem fim, há vida para lá do deserto e há amigos também, que estão com ela. Sempre!
sexta-feira, junho 29, 2007
O Pc e o Pai
Desde 1993 que tenho computador. Não o mesmo, mas um computador. Normalmente eu e o Jp conseguimos dividi-lo sem grandes crises: eu uso durante o dia, o Jp usa à noite. Aqui há uns dois anos, graças a um IRS mais gorducho decidimos comprar um portátil. Veio mesmo na hora H. Com o curso do Jp e as minhas reuniões, tem dado imenso jeito ter dois computadores em casa.
Anteontem o Pc decidiu emitir cheiro. Um cheiro suave que começou baixinho, como quem não quer a coisa, mas que em breve se afirmou como um cheiro intenso a queimado. Tendo em consideração que, já há um ano, que o dito objecto descansava no escritório, de entranhas abertas e ventoinha apontada nos dias de calor, decidimos que o cheiro era a gota que enchia o copo. Lá foi o Pc para a oficina. Ontem à noite havia apenas um pc em casa. Eu tinha actas e "coisas" para tratar, o Jp tinha um jogo para jogar, o João tinha que falar com um amigo e ainda havia que decidir o sítio das férias.
No meio do desconforto que se gerou e com a Sofia a reclamar que queria ir ao mini-click, espantei-me com o facto do Pc fazer tanta falta e voltei-me para o Jp: "Nem acredito que somos uma família de dois computadores..." Ao que ele me responde a rir: "O que ainda não percebeste é que somos uma família de quatro computadores!"
Hoje a campainha toca por voltas das seis e meia e os miúdos correm para a porta a gritar, como sempre, "É o Pai, é o Pai!" O João, que já está cansado de ouvir que tem de espreitar antes de abrir, espreita pelo óculo e diz, feliz: "Melhor do que isso, é o Pai com o Computador!"
quinta-feira, junho 28, 2007
quarta-feira, junho 27, 2007
Meme dos livros
Porque ainda ninguém me tinha feito isto, porque gosto da Sandra e porque hoje parece ter acabado uma fase complicada da minha vida e por isso estou bem disposta, cá vai:
O livro que tenho, neste momento, mais próximo do Pc é o "Dicionário da Língua Portuguesa", Editado em 1956 pela Livraria Simões Lopes. É a "1ª edição em perfeita harmonia com o acordo ortográfico luso-brasileiro de 1945" e tem dentro o nome do meu avô, manuscrito, com a data 15-5-57 por baixo. Está numa prateleira com outros dicionários e alguns livros de didáctica.
A página 161, que vai de artístico a arvéloa, tem como quinta entrada o seguinte:
Artocarpo (GR ártos, pão + karpós, fruto), s.m Género de plantas urticáceas; fruto da árvore-do-pão.
Uma vez que começa com maiúscula e que termina em ponto final, vou considerar esta entrada uma frase completa. O que é que isto diz sobre mim? Que adorava o meu avô e herdei a sua biblioteca e que guardo os dicionários no escritório, mesmo ao lado do pc.
Escolhi a prateleira que está à altura do peito. Se fosse a prateleira de cima teria cds, na de baixo o livro seria o "Leão, a bruxa e o guarda-fatos", que o João se esqueceu de levar para o quarto dele.
As regras do Meme são:
- Pegar no livro mais próximo
- Abri-lo na página 161
- Procurar a 5.ª frase completa
- Colocar a frase no blogue
- Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
- Passar o desafio a cinco pessoas
Quero saber o que guardam perto do pc :
Tarefa cumprida.
segunda-feira, junho 25, 2007
Quase
Oiço a chave na porta às 5 horas. É cedo, demasiado cedo. Entras com um ar alucinado. Transpirado, de olhar vago, respiração acelerada. Pergunto-te se está tudo bem. Olhas-me como se me estivesses a ver pela primeira vez e respondes que sim. "Estou cansado, muito cansado..." Vais para o quarto e deitas-te. Pouso a mala com que me preparava para sair e preparo-te um vermute bem fresco que te levo ao quarto. Dizes-me que te levantas quando eu voltar.
Regresso a casa uma hora depois e já estás ao computador a trabalhar. Os teus dedos dançam no teclado de forma hesitante, sem certezas, quase penosamente. De vez em quando chamas-me, para clarificar palavras. Continuas com o olhar perdido. Faltam dois dias.
domingo, junho 24, 2007
Bom dia
Foi um dia fabuloso, daqueles em que desde que acordamos nos sentimos bem, como se o destino conspirasse para que os acontecimentos se encaixassem num dia perfeito.
Nada de grandes coisas, muitas daquelas pequeninas que nos deixam um calorzinho cá dentro.
Comecei por acordar só ao meio-dia, porque a minha linda mana mais velha tomou conta das minhas crias e deixou-me dormir até tarde. (obrigada!) Depois, o Jp levou as criancinhas a almoçar na avó, o que me permitiu ficar em casa a molengar enquanto me arranjava e almoçava num ritmo extra-lento. Nessa altura uma das minhas amigas telefona-me e explica-me como posso transformar o campismo programado para este Verão, num fabuloso quarto de Hotel com refeições incluídas, gastando o mesmo.
Feliz da vida, saio de casa para ir comprar uns óculos para a Sofia. Vamos calmamente, só as duas, a conversar pelo caminho. Encontramos os óculos perfeitos, de que ambas gostámos, baratíssimos. Vamos procurar calças para mim, e há! Giras, com um preço simpático e a servirem-me! Nesta altura já só me apetece cantar. Vamos comer um gelado e a Sofia sugere a esplanada, onde nunca há mesa. Encontramos várias mesas vazias e comemos os gelados a ver o rio e a sentir a brisa suave do entardecer. Antes de voltarmos ainda vemos uma dança de sevilhanas que nos deixa um ritmo vivo no andar. Pegámos no carro e voltámos a cantar juntas as canções da rádio.
Há dias assim.
Brasileira
Ontem paguei 8 euros por duas queijadas de limão e dois leites com chocolate quentes. Puxado, mas estava-se bem na Brasileira, às duas da manhã, enquanto os empregados arrumavam mesas e varriam o chão. Estava-se bem porque o leite aquecia o corpo e a conversa aquecia a alma. E apesar do cansaço e do sono que não nos largava custou despedir.
sábado, junho 23, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
quarta-feira, junho 20, 2007
Tortura
Ontem estive hora e meia numa sala, sem poder falar, ler, escrever ou usar o telemóvel, na companhia de um colega que parecia ter saído directamente de um anúncio da gillette, daqueles de fazer parar uma casa cheia de mulheres. Portanto havia que ficar por ali, uma vez que sair da sala era expressamente proibido, e olhar em volta, para a chuva que caía lá fora, para o tecto, para as calças de ganga... para a chuva, para o tecto...
Ok, de vez em quando lá me lembrava dos treze adolescentes que por ali faziam exame de Língua Portuguesa e que havia que vigiar. Mas convenhamos, quem é que consegue vigiar o que quer que seja em condições tão adversas?
segunda-feira, junho 18, 2007
Sentido
Tenho notado que os meus alunos assumem uma postura mais rígida de cada vez que me vêem. Param de correr, endireitam as costas, ficam mais sérios. Hoje o porteiro da escola fez-me continência. Acho que ando demasiado tensa.
sexta-feira, junho 15, 2007
A saia da Carolina...
...é a mais bonita do mundo. Pelo menos aos olhos da Sofia. Tudo da Carolina é mais bonito. Menos a mãe da Carolina que nunca as deixa brincar juntas. Acabou de vir recambiada lá de casa, lavada em lágrimas, mais uma vez. Todos os dias a mesma pergunta: "Posso bater à porta da Carolina?" Tento distraí-la, fazê-la pensar noutra coisa. Há dias em que consigo e outros em que teima em ir lá. Para vir enxotada, como sempre. Como é que posso explicar-lhe que a carolina é linda, mas a mãe é má?
quinta-feira, junho 14, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
Volta
Se tu não voltasses os dias eram como hoje. Nem bons nem maus. Normais, iguais aos outros, mas com uma comichãozinha estranha. Aquela impressão de que há algo que nos escapa. No fim do dia lembrei-me: hoje não falei contigo. Não que tenha algo para te dizer, não tenho, foi um dia igual aos outros. Mas ontem também não falei contigo. E anteontem foi apenas aquela chamada rápida a dizer que ias passar a fronteira. Não há grande coisa a contar, o fim-de-semana foi banal e o dia de hoje também. Mas já olhei umas quantas vezes para o telefone. Parece que afinal as nossas conversas de chacha fazem falta.
Se tu ficasses aí os dias eram como hoje, com uma comichãozinha atrás do coração, a juntar à alergia que todos os dias me arranha a alma.
sábado, junho 09, 2007
sexta-feira, junho 08, 2007
Rímel e totós
Fui a um baile esta semana. Um baile lindíssimo, de sonho. Pelo menos acho que já sonhei com um baile assim, uma vez, há muitos anos.
Os meus filhos ficaram entusiasmados com a ideia e também quiseram ir. Expliquei-lhes que não, que não poderiam ir sem serem convidados e que não me cabia a mim convidar.
A Sofia pediu para ver enquanto eu me arranjava e foi fazendo comentários: "Que vestido espectacular! Só lhe faltam brilhantes. Que maquilagem vais pôr, mãe? Posso ajudar-te? Sei fazer maquilagem de borboleta e de princesa, mas se calhar não interessa para o baile. Como é que são pinturas de baile? Vais pintar os olhos? Devias pôr baton vermelho. E pintar as unhas de vermelho ou cor-de-rosa. O Y. tem pinturas fabulosas, não é por ser brasileiro, mas as pinturas dele são fabulosas, têm brilhantes, menos as amarelas, que amarelo nos olhos não fica muito bem (respirou). Queres levar uns sapatos brancos? Porque é que não levas os teus sapatos de novia?"
A quem é que ela sai assim? Terei pedalada?
O João ficou triste: " Nunca irei a um baile a não ser que seja para a minha turma. Nunca ninguém me vai convidar porque eu sou totó, só me faltam os óculos e a roupa..."
Saio em defesa da minha cria: "Totó, João? Onde é que foste buscar essa ideia? Quem é que disse que eras totó?"
Resposta na ponta da língua: "Eu sei ver, mãe. Repara: gosto de ciência, sou fraquinho a educação física e não gosto daquilo que gostam os meninos da minha idade. Sou totó."
Sei tão bem a quem ele sai. Vimos este filme tão de perto, eu e o Jp.
Antes de sair de casa sinto-me uma Cinderela: por mais que procure não encontro o sapatinho. Ok, sapatinho é maneira de dizer, não encontro o raio da sandália. A alternativa não é o sapato de novia, mas tem quase 10 cm de altura. Ainda consegui dançar duas músicas, mas o síndrome de Cinderela perseguiu-me e à meia noite saí do baile em total agonia e desesperada por desmontar das andas.
terça-feira, junho 05, 2007
Dormir até tarde
Cá em casa todos acordamos muito cedo de Segunda a Sexta-feira. Os adultos acordam às 6.30 da manhã e as crianças entre as 7.00 e as 7.15. Até sairmos todos de casa às 8.05 reina a confusão. Entre as resmunguices típicas da manhã, a preguiça de quem ainda tem sono, os constantes apelos ao desembaraço, as coisas de última hora e a pressa, o alvoroço é grande. Todos falam ao mesmo tempo, há correrias, gritos para o outro lado da casa, apitos de electrodomésticos e implicações fraternas constantes.
No meio de toda esta barafunda, mesmo no meio (no hall, que dá acesso a toda a casa) um ente dorme descansado, como se rodeado do mais profundo silêncio. E é assim que, todas as manhãs, somos taxativamente ignorados pela Lária, a cadela da casa, que dorme mais uma hora, alheia a tudo e a todos, enquanto aguarda que chegue a pessoa que realmente importa. Porque afinal, a D. Lurdes, que é quem a leva à rua de manhã, só entra às 8.00.
Cumprimentar os donos? Para quê? Estamos, portanto, abaixo de cão.
sábado, junho 02, 2007
Post pedido pela Pipoca
Coito Interrompido
Ontem fui ao cinema ver cenas chocantes:
À meia noite, arrastei a minha Mestre A. para um Quarteto vazio e envelhecido. O filme começou com 15 minutos de atraso. Descemos umas escadas escuras e entrámos numa sala forrada de vermelho e absolutamente vazia. Depois de nós entraram dois casais, um mais heterogéneo que o outro e sentaram-se atrás de nós. O filme começou sem que as luzes se apagassem. O homem atrás de nós levantou-se e saiu da sala para chamar alguém. As luzes apagam-se e a coisa compõe-se.
O filme, longe de escaldante, parecia prometer. Histórias interessantes e boas gargalhadas. De repente as luzes acendem-se. Aparentemente o Quarteto ainda faz Intervalo. O casal menos heterogéneo já não estava na sala.
Depois de uma visita à casa de banho, o filme recomeça. Agora menos interessante. As histórias já começadas não se desenvolvem e começam novas histórias. Histórias simpáticas, mas queria ver como prosseguiam as outras. Voltam a dar atenção à história do casal idoso. Parece prestes a ter algum tipo de desenlace. De repente surgem os créditos. Nem queria acreditar. A história não acabou! Nenhuma das histórias acabou! O raio do filme NÃO TEM FINAL!!!
A sensação de frustração ainda perdura, passadas mais de 12 horas. Ontem vi um filme fantástico, tristemente interrompido vá-se lá saber porquê. Cenas de natureza surreal.
sexta-feira, junho 01, 2007
Ego
Enquanto construo o projecto que me vai manter mentalmente sã nos próximos meses vagueio pela net. Descubro gente cheia de palavras lindas que me enchem de vergonha do modo como tenho tratado o meu blog. E de vontade de escrever mais e melhor. E de certeza de que não tenho mesmo nada para dizer.
A verdade é que, quando está tudo bem, não há nada de interessante para contar. Quando está tudo mal, não me apetece falar disso.
E é como eu quiser porque, apesar da vergonha, da vontade e da certeza, continuo a escrever para mim, ou não fosse este um blog egocêntrico.
A verdade é que, quando está tudo bem, não há nada de interessante para contar. Quando está tudo mal, não me apetece falar disso.
E é como eu quiser porque, apesar da vergonha, da vontade e da certeza, continuo a escrever para mim, ou não fosse este um blog egocêntrico.
quinta-feira, maio 31, 2007
quarta-feira, maio 30, 2007
Para quem diz...
... que sou preguiçosa e não ligo nenhuma ao meu Blog, quero fazer notar que o post abaixo deu trabalho, exigiu pesquisa e demorou tempo.
De Greve...
E portanto com tempo para parvoar. Assim, proponho-me iniciar uma campanha para o Peter Petrelli cortar o cabelo, baseando-me nos seguintes factos:
Com o apoio de:
segunda-feira, maio 28, 2007
Beijo
Hoje fui do Aeroporto ao Rato em busca de um beijo. Há alturas assim, em que nada nos serve, nada nos cala, nada nos sacia a não ser um beijo. E não serve um beijo qualquer, tem que ser o beijo perfeito para a ocasião, que os beijos não são todos iguais. Há beijos arrebatadores, com promessas de sequelas tórridas, beijos tímidos, a perguntar se é boa altura, beijos desinteressados, a dizerem "olá, tudo bem?", beijos curiosos, de quem se começa a conhecer e tem vontade de explorar... Hoje nenhum destes servia.
Hoje precisava do beijo que tive, doce, suave, terno, a tocar na alma, a prometer estar lá, hoje e sempre, a dar apoio, compreensão e amor, daquele amor sem pressões nem pressas, que confia e protege. Como eu queria, como era preciso.
Demorei duas horas a ir e vir, só por um beijo, mas valeu cada segundo...
sábado, maio 26, 2007
quinta-feira, maio 24, 2007
segunda-feira, maio 21, 2007
Não Quero Aferir
Nem ser aplicadora. A não ser que seja para aplicar um par de estalos a quem teve a fabulosa ideia. Estão sempre a queixar-se dos custos, mas ninguém faz contas ao preço desta inutilidade. Raios!
quinta-feira, maio 17, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Sofia a Tripar
Enquanto a mãe a penteava de manhã:
"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"
"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"
segunda-feira, maio 07, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
quinta-feira, maio 03, 2007
sexta-feira, abril 27, 2007
segunda-feira, abril 23, 2007
Naturismo
Tenho saudades do tempo em que chegava aqui e desnudava a alma. Já não consigo. Os textos giram-me na cabeça durante dias e acabam por se esfumar. Desaparecem mal, deixam o fundo da boca a saber a azedo e o espírito inquieto. Insatisfeito. Como se cheirasse um bolo de chocolate e não o pudesse comer.
Não quero deixar de escrever, mas também não consigo escrever. Fico a pensar se será esta escrita demasiado pública. Depois penso que não. Percorro a minha vida e lembro-me que tenho confiança em mim mesma. Segurança. A seguir lembro-me que não me consigo olhar ao espelho há alguns dias e lá se vai a segurança. Não quero falar disto com ninguém. Toda a gente tem receitas mágicas e está pronta a partilhá-las comigo. Não quero respostas mágicas. Não quero nada.
Talvez descobrir o problema...
sexta-feira, abril 20, 2007
sexta-feira, abril 13, 2007
Pela Culatra
Aqui há uns meses descobri o presente de Natal perfeito para a minha mana mais velha:
Agora decidi-me a ver a dita primeira temporada. E a segunda. E a terceira...
segunda-feira, abril 09, 2007
Inveja III
Hoje passou, finalmente. A minha M. já tem o seu pequenino nos braços e eu tenho cinco sobrinhos com menos de um ano para estragar de mimos. É para compensar o meu coração dos desejos impossíveis. É bom terem sido possíveis para quem me é querido.
sexta-feira, março 30, 2007
quinta-feira, março 15, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
Out of the Closet
O caso deu-se na semana passada. Estava eu a descansar no quarto quando oiço um ruído estranho vindo do roupeiro. Levanto-me rapidamente e vejo a minha cadela, calmamente, a sair do armário. Ao fim de tantos anos. Quem diria...
quinta-feira, março 01, 2007
Hoje
Não dói mais do que ontem ou do que na semana passada. Estava convencida de que doeria mais, mas sinto o mesmo. Não mudou nada. Há dias muito piores. Noites em que, independentemente do mês, os sonhos são extremamente reais. Não são sonhos maus, são normais. Sonhos em que acontecem coisas normais, em que a vida é normal. Sonhos povoados por olhares quentes, gargalhadas fáceis, discussões intensas sobre coisas que não interessam nada. Discussões sobre política, em que nada se conclui. Perguntas de algibeira sobre definições científicas a propósito de coisa nenhuma. Coisas absolutamente normais, coisas do dia-a-dia, mas que nesses sonhos parecem reais. Parecem estar mesmo a acontecer, como aconteceram sempre, como nunca poderiam deixar de acontecer.
Depois acordo e a primeira coisa de que me lembro é que nunca mais acontecerão, que foi só um sonho e a sensação de dor é muito intensa como se tivesse acabado de acontecer. Como acabou de acontecer com certeza, ainda agora no sonho estava tudo normal. E já não está. A vida não segue como normalmente. Não segue sequer, os sonhos pertencem a outra vida, àquela que já foi, não a esta re-inventada a partir deste buraco na alma.
Mas hoje não dói mais, porque esta noite não sonhei e é um dia como os outros.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Vaya con Dios...
... e eu fui. Foi bom. O que significa que não foi óptimo nem espectacular.
Ontem foram os óscares. E eu vi. E foi bom.
São as coisas que andam cinzentas, sou eu que ando a ver cinzento ou sou eu que estou a ficar cinzenta?
Ontem foram os óscares. E eu vi. E foi bom.
São as coisas que andam cinzentas, sou eu que ando a ver cinzento ou sou eu que estou a ficar cinzenta?
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
sábado, fevereiro 10, 2007
Porque SIM
Desta vez não fiz campanha. Irritaram-me a maior parte dos argumentos. Os do NÃO já da outra vez me irritavam, mas os do SIM pareceram-me, desta vez, completamente longe dos aspectos importantes da questão. Por fim encontrei alguém com ideias semelhantes às minhas. Por isto amanhã votarei SIM:
José Diogo Quintela: Porque voto sim
A partir do momento em que nem a ciência consegue estabelecer, com o mínimo de unanimidade, quando é que o embrião passa a ser uma pessoa, não considero aceitável que o Estado proíba alguém de abortar. Não se pode condenar alguém (porque é disso que se trata) com base numa indeterminação. As questões que podem impedir que se despenalize o aborto são questões morais e, sobre essas, o Estado não pode legislar.
A partir do momento em que nem a ciência consegue estabelecer, com o mínimo de unanimidade, quando é que o embrião passa a ser uma pessoa, não considero aceitável que o Estado proíba alguém de abortar. Não se pode condenar alguém (porque é disso que se trata) com base numa indeterminação. As questões que podem impedir que se despenalize o aborto são questões morais e, sobre essas, o Estado não pode legislar.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
My House
Which House M.d. Character are you?? (UPDATED!!)
You are Cameron!! Some say you are a fairy-like being of love, some say you are a damaged piece of beauty...i say say you have issues....i mean, we all love house, house is seriously cool....but there is a fine line between cool and sexy....in House's case..more of a GIANT MOTORWAY-TYPE LINE!! Ok, no, i can see where you're coming from....but he's so evil and insane!!!! Why would you even bother????? Hmmm, on the other hand, you had the sense (yes, sense) to get high on meth and screw the divine Dr Chase so your intelligence has been rated slightly higher up in my esteem. Ahem...whatever, you love people and they usually love you. Rock.
Take this quiz!
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sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Ontem no duche...
Os pensamentos escorriam com a água. "37 anos nem é tão mau como isso. Não tenho o peso que quero. Mas o meu cabelo está giro, com estes caracóis que apareceram do nada. E depois, estou com uma pele óptima, nem uma borbulha!"
Quando cheguei ao quarto senti uma impressão estranha no nariz. Quando entrei no elevador metade do meu nariz era uma borbulha. Teenager de novo, aos 37!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
ESP
Ia eu calmamente (ou não) a conduzir o belo do carrito, quando se acende uma luz amarela no tablier do dito, a assinalar ESP. Eu não sou burra de todo, até sei mais ou menos o que aquilo quer dizer mas, antes de conseguir raciocinar, anos e anos de leituras geek vieram ao de cima. Por momentos, quase que jurava que o raio do carro me estava a ler o pensamento.
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Janeiro
Os dias vão correndo frios e eu com pouca vontade de escrever. Mas diário que se preze deve contar os acontecimentos que importam. Ou pelo menos os que ME importam. Assim sendo, aqui vai:
Troquei a Indesit pela irmã gémea, que não tendo tão mau feitio dispõe-se a trabalhar. O que me serve perfeitamente.
A dieta segue, com os três quilos quase perdidos e a minha pessoa resmungona.
Fui almoçar a casa desta menina, num claro desrespeito pela dita dieta. Comi feijoada e conheci uma cidade linda. Muito bom! Passado menos de uma semana fomos ao cinema, Déjà Vue, e ficámos a conversar até à uma da manhã. Coisas que sabem bem, mesmo com o frio da madrugada.
Troquei a Indesit pela irmã gémea, que não tendo tão mau feitio dispõe-se a trabalhar. O que me serve perfeitamente.
A dieta segue, com os três quilos quase perdidos e a minha pessoa resmungona.
Fui almoçar a casa desta menina, num claro desrespeito pela dita dieta. Comi feijoada e conheci uma cidade linda. Muito bom! Passado menos de uma semana fomos ao cinema, Déjà Vue, e ficámos a conversar até à uma da manhã. Coisas que sabem bem, mesmo com o frio da madrugada.
Acho-me cada vez mais mimada e gosto de o ser.
Juntei-me ao coro de professores lá da escolinha, com resultados que se prevêem desastrosos (Aqui podem rir) mas divertidos.
Tive uma semana de reuniões infernais que abalaram a minha sanidade mental.
A Sofia anda cheia de tosse, parece que é alergia, mas deixa-me, como sempre, à toa.
O João está a odiar as aulas de educação física e sinto-me de novo com dez anos, a ser a última a ser escolhida para os jogos e a desejar desaparecer do planeta. Não consigo proteger o meu filho, nem evitar a repetição da(s) história(s). Em contrapartida consigo olhar-lhe para a alma e perceber que o Futuro vai ser bom.
A minha querida C. anda a lutar contra um dragão enorme e feioso. Mas quem sabe de role-play percebe quando eu digo que, com as características dela, o dragão não tem hipóteses. E toda a gente sabe que a pele do dragão dá uma grande armadura. Estou absolutamente convencida que todos os rolls dela serão críticos. E chega de conversa geek.
Ontem fiz a declaração de amor mais sentida da minha vida. De repente, sem nada que o fizesse prever, tinha lágrimas a escorrer pela cara abaixo. Nada de tristeza ou de angústia, emoção pura.
Preciso, rapidamente, de ganhar o euro-milhões.
Dias frios, mas cheios de Sol.
domingo, janeiro 07, 2007
A Indesit é má!
A minha velha e fiel máquina de lavar loiça, depois de algumas ameaças, decidiu reformar-se uns dias antes do Natal. Confiantes de que nos tinha servido de forma eficaz e sem chatices, ao longo de 12 anos, optámos por não discutir a reforma e adquirir outra da mesma marca, que nos foi entregue dia 23 de Dezembro. Mais revolucionária que a antecessora, a nova máquina efectuou duas lavagens antes de entrar em greve. Após alguma negociação sem resultados, optámos por reclamar. Conseguimos a visita de um técnico da marca no dia 4 de Janeiro, de manhã, que nos informou que o problema era a torneira da água fechada e deixou a máquina a trabalhar. Envergonhada com a minha aparente estupidez não lhe toquei mais até à hora de jantar, altura em que, reclamando por ser ignorada e sem que eu lhe pusesse um dedo em cima ou sequer lhe ordenasse que trabalhasse, a referida máquina entrou em curto-circuito, deixando a casa às escuras.
Nesta altura já percebi que é menina de humores azedos e pouco trabalho, pelo que pretendo ver-me livre dela, custe o que custar. A isso dedicarei a minha manhã, amanhã. Assim vão correndo estes esfaimados dias de Janeiro.
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Dicas
Para já corto com os doces e os hidratos de carbono. Bebo um chá drenante da ervanária e pondero voltar à nutricionista. De terça a uma semana avalio os resultados. Se não tiver perdido nada, lá terei que marcar consulta. Portanto, para esta semana: Nada de carne de porco, cozidos e grelhados na boa, fritos só em azeite e nada de polmes. A acompanhar salada. Estou a permitir-me sopa e iogurte magro (extravagância!) e duas peças de fruta por semana. Pão integral, uma fatia por dia. Leite magro e sem açúcar. Café com adoçante. Obrigada pela companhia.
terça-feira, janeiro 02, 2007
domingo, dezembro 17, 2006
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Sem tempo para posts
Mas com tempo pró café!
| You Are a Cappuccino |
What'>http://ynr.blogthings.com/whatkindofcoffeeareyouquiz/">What Kind of Coffee Are You?
quinta-feira, dezembro 07, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
sábado, dezembro 02, 2006
Uma foto minha
Já era tempo de colocar uma foto minha neste blog.

Embrulhada numa toalha de praia a fingir que canto o fado.
quinta-feira, novembro 30, 2006
segunda-feira, novembro 27, 2006
Livros interactivos
Este post está relacionado com a minha falta de apetência para comentar. Gosto muito de ser comentada, mas raramente me apetece comentar. Percebi hoje que isto tem a ver com hábitos de leitura. Leio imenso, mas nunca me passa pela cabeça discutir a história com as personagens. Que é o que acaba por acontecer com a maioria dos blogs. São histórias que leio, pouco a pouco. Acho estranho comentar a vida dos personagens com os próprios.
Imagino-me a comentar o livro que estou agora a ler com a heroína: "Ó Emma, não melgues o rapaz que ele não quer saber da Harriet. Não se está mesmo a ver que ele gosta é de ti? E já agora queres parar de te meter na vida dos outros?"
Já pareço a minha avó Júlia a comentar as novelas, falando directamente para a televisão.
É um pouco como se os restantes bloguistas não fossem reais. Eu sei que são. Já bebi café com uma, jantei com outra e três amigos meus têm um blog. A minha mãe tem um blog. As minhas irmãs já tiveram. Esses são reais. Esses é-me natural comentar. Outros, que adoro, vou lendo sem comentar ou com comentários raros. Às vezes tenho que forçar-me a comentar e faço-o, porque gosto muito do que leio, porque sinto que o/a autor(a) merece o feed-back. E faço-o sentindo-me avó Júlia o tempo todo.
Devia ter feito links para os blogs que mencionei, mas não me apetece. Vocês sabem quem são.
Imagino-me a comentar o livro que estou agora a ler com a heroína: "Ó Emma, não melgues o rapaz que ele não quer saber da Harriet. Não se está mesmo a ver que ele gosta é de ti? E já agora queres parar de te meter na vida dos outros?"
Já pareço a minha avó Júlia a comentar as novelas, falando directamente para a televisão.
É um pouco como se os restantes bloguistas não fossem reais. Eu sei que são. Já bebi café com uma, jantei com outra e três amigos meus têm um blog. A minha mãe tem um blog. As minhas irmãs já tiveram. Esses são reais. Esses é-me natural comentar. Outros, que adoro, vou lendo sem comentar ou com comentários raros. Às vezes tenho que forçar-me a comentar e faço-o, porque gosto muito do que leio, porque sinto que o/a autor(a) merece o feed-back. E faço-o sentindo-me avó Júlia o tempo todo.
Devia ter feito links para os blogs que mencionei, mas não me apetece. Vocês sabem quem são.
sexta-feira, novembro 24, 2006
Activista
What kind of a freaky mother are you?
You're" an agitator! Your kids have grown up on the front lines of rallies and pickets, and chances are that you boycott at least one company for its bad business practices. Your kids are learning what matters to you and how they can change what matters to them.
sexta-feira, novembro 17, 2006
Quero...
...uns trocos no euro-milhões.
Já que isto não serve para mais nada, pode ser que dê para poço dos desejos.
Já que isto não serve para mais nada, pode ser que dê para poço dos desejos.
quinta-feira, novembro 16, 2006
Entomologia
Andei a pensar estudar isto.
Depois lembrei-me que aranha não é insecto. Como raios se chama a ciência que estuda as aranhas?
Depois lembrei-me que aranha não é insecto. Como raios se chama a ciência que estuda as aranhas?
quarta-feira, novembro 15, 2006
segunda-feira, novembro 13, 2006
sexta-feira, novembro 10, 2006
Dead-lines
Melhor do que o som que fazem ao passar é o silêncio que se instala depois de enterrados.
Sinto-me mais leve e tudo!
quinta-feira, novembro 09, 2006
PCT
Amanhã é dia de entrega do PCT. O meu está pronto a imprimir. A Impressora cá de casa acabou de aderir à greve da função pública. Diz ela que não publica mais nada enquanto não a levarmos a um reparador oficial. Mesmo em cima da dead-line. Ainda há duas horas imprimiu um trabalho do João. GRRR!!!!
Reviews
É coisa que não costumo fazer. Mas vou abrir uma excepção para este filme, embora, como sempre, não tenha nada de jeito para dizer. Posto isto:
Está muita giro.
Adorei a atenção do relizador aos detalhes.
O Clive é o maior.
A história já está um bocado gasta, mas com o Clive e a realização volta a valer a pena.
Está muita giro.
Adorei a atenção do relizador aos detalhes.
O Clive é o maior.
A história já está um bocado gasta, mas com o Clive e a realização volta a valer a pena.
Gostei muitissimo da companhia, é para repetir.
terça-feira, novembro 07, 2006
segunda-feira, novembro 06, 2006
sábado, novembro 04, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
O poder da Força
Rise
Ontem estivémos aqui. A adorar cada minuto. Excepto a Sofia que percebeu finalmente que está a crescer numa família de geeks. Teve medo do Darth Vader e a parte que gostou mais foi da exposição permanente do Museu. Degenerou, a miúda.
terça-feira, outubro 31, 2006
Teias de aranha...
... voam pelas ruas. Enormes e brancas. Nunca vi nada assim. Hoje de manhã toda a cerca da minha escola estava cheia de teias orvalhadas. O sol tenta brilhar, mas nada levanta o nevoeiro. E logo à noite...
segunda-feira, outubro 30, 2006
Não quero arrumar a casa
Não me apetece pôr ordem no blog. Não me apetece escrever sobre coisas sérias, nem sobre banalidades e agora nem sequer me apetece falar do tempo. Continuo a ir ao cinema e a ler e não me apetece falar disso.
Ando feliz e isso tem sempre como efeito não querer escrever.
Estou numa fase muito boa da minha relação, os meus filhotes parecem estar bem, estou a adorar aquilo que faço. Precisava de mais dinheiro, mas quem não precisa...
Já viram a maravilha que é ter uma vida desinteressante?
quinta-feira, outubro 26, 2006
quinta-feira, outubro 19, 2006
Justificações
A propósito de um post de uma querida amiga minha, sinto que tenho a justificar as traições. Fui traída, sim senhor! Pelo you-tube. Ia eu postar duas cançonetas sobre traição, sem ter sido traída, só porque gostava, quando o dito me traiu. Desta forma mantive o título mas não postei.
A frase da Semana
Foi dita, em tom de desespero, pela Sofia:
"Fogo, vou mesmo pedir magia, para o Natal!"
Eu também.
segunda-feira, outubro 16, 2006
sexta-feira, outubro 13, 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
Ya-ma-nou
O meu filho começou hoje a aprender flauta na escola. Quantos ensaios vão de mãe-babada a mãe-passada?
domingo, outubro 08, 2006
Mas
Não me apeteceu escrever mas no ultimo post. Não quero misturar as preocupações com a felicidade. A minha irmã e a minha prima estão doentes e há um cantinho do meu cérebro que nunca desliga delas. É só um bocadinho verde de preocupação, resultante de amar muito. E apesar do facto delas estarem doentes ser mau, amá-las muito é bom e eu sei que vão ficar bem. Têm de ficar!
Aqui sou feliz
E apenas porque sim. A minha profissão está a dar-me um gozo que não dava há muito tempo. A minha família está a crescer forte e saudável. Ando a ser ultra mimada. Ando muito apaixonada. Ando muito, mas muito feliz.
domingo, outubro 01, 2006
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