Foi um dia de espreguiçar e preguiçar. Soube bem.
quinta-feira, maio 17, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Sofia a Tripar
Enquanto a mãe a penteava de manhã:
"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"
"Cool! Quando esfrego o olho assim vejo coisas fixes!"
segunda-feira, maio 07, 2007
sexta-feira, maio 04, 2007
quinta-feira, maio 03, 2007
sexta-feira, abril 27, 2007
segunda-feira, abril 23, 2007
Naturismo
Tenho saudades do tempo em que chegava aqui e desnudava a alma. Já não consigo. Os textos giram-me na cabeça durante dias e acabam por se esfumar. Desaparecem mal, deixam o fundo da boca a saber a azedo e o espírito inquieto. Insatisfeito. Como se cheirasse um bolo de chocolate e não o pudesse comer.
Não quero deixar de escrever, mas também não consigo escrever. Fico a pensar se será esta escrita demasiado pública. Depois penso que não. Percorro a minha vida e lembro-me que tenho confiança em mim mesma. Segurança. A seguir lembro-me que não me consigo olhar ao espelho há alguns dias e lá se vai a segurança. Não quero falar disto com ninguém. Toda a gente tem receitas mágicas e está pronta a partilhá-las comigo. Não quero respostas mágicas. Não quero nada.
Talvez descobrir o problema...
sexta-feira, abril 20, 2007
sexta-feira, abril 13, 2007
Pela Culatra
Aqui há uns meses descobri o presente de Natal perfeito para a minha mana mais velha:
Agora decidi-me a ver a dita primeira temporada. E a segunda. E a terceira...
segunda-feira, abril 09, 2007
Inveja III
Hoje passou, finalmente. A minha M. já tem o seu pequenino nos braços e eu tenho cinco sobrinhos com menos de um ano para estragar de mimos. É para compensar o meu coração dos desejos impossíveis. É bom terem sido possíveis para quem me é querido.
sexta-feira, março 30, 2007
quinta-feira, março 15, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
Out of the Closet
O caso deu-se na semana passada. Estava eu a descansar no quarto quando oiço um ruído estranho vindo do roupeiro. Levanto-me rapidamente e vejo a minha cadela, calmamente, a sair do armário. Ao fim de tantos anos. Quem diria...
quinta-feira, março 01, 2007
Hoje
Não dói mais do que ontem ou do que na semana passada. Estava convencida de que doeria mais, mas sinto o mesmo. Não mudou nada. Há dias muito piores. Noites em que, independentemente do mês, os sonhos são extremamente reais. Não são sonhos maus, são normais. Sonhos em que acontecem coisas normais, em que a vida é normal. Sonhos povoados por olhares quentes, gargalhadas fáceis, discussões intensas sobre coisas que não interessam nada. Discussões sobre política, em que nada se conclui. Perguntas de algibeira sobre definições científicas a propósito de coisa nenhuma. Coisas absolutamente normais, coisas do dia-a-dia, mas que nesses sonhos parecem reais. Parecem estar mesmo a acontecer, como aconteceram sempre, como nunca poderiam deixar de acontecer.
Depois acordo e a primeira coisa de que me lembro é que nunca mais acontecerão, que foi só um sonho e a sensação de dor é muito intensa como se tivesse acabado de acontecer. Como acabou de acontecer com certeza, ainda agora no sonho estava tudo normal. E já não está. A vida não segue como normalmente. Não segue sequer, os sonhos pertencem a outra vida, àquela que já foi, não a esta re-inventada a partir deste buraco na alma.
Mas hoje não dói mais, porque esta noite não sonhei e é um dia como os outros.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Vaya con Dios...
... e eu fui. Foi bom. O que significa que não foi óptimo nem espectacular.
Ontem foram os óscares. E eu vi. E foi bom.
São as coisas que andam cinzentas, sou eu que ando a ver cinzento ou sou eu que estou a ficar cinzenta?
Ontem foram os óscares. E eu vi. E foi bom.
São as coisas que andam cinzentas, sou eu que ando a ver cinzento ou sou eu que estou a ficar cinzenta?
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
sábado, fevereiro 10, 2007
Porque SIM
Desta vez não fiz campanha. Irritaram-me a maior parte dos argumentos. Os do NÃO já da outra vez me irritavam, mas os do SIM pareceram-me, desta vez, completamente longe dos aspectos importantes da questão. Por fim encontrei alguém com ideias semelhantes às minhas. Por isto amanhã votarei SIM:
José Diogo Quintela: Porque voto sim
A partir do momento em que nem a ciência consegue estabelecer, com o mínimo de unanimidade, quando é que o embrião passa a ser uma pessoa, não considero aceitável que o Estado proíba alguém de abortar. Não se pode condenar alguém (porque é disso que se trata) com base numa indeterminação. As questões que podem impedir que se despenalize o aborto são questões morais e, sobre essas, o Estado não pode legislar.
A partir do momento em que nem a ciência consegue estabelecer, com o mínimo de unanimidade, quando é que o embrião passa a ser uma pessoa, não considero aceitável que o Estado proíba alguém de abortar. Não se pode condenar alguém (porque é disso que se trata) com base numa indeterminação. As questões que podem impedir que se despenalize o aborto são questões morais e, sobre essas, o Estado não pode legislar.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
My House
Which House M.d. Character are you?? (UPDATED!!)

You are Cameron!! Some say you are a fairy-like being of love, some say you are a damaged piece of beauty...i say say you have issues....i mean, we all love house, house is seriously cool....but there is a fine line between cool and sexy....in House's case..more of a GIANT MOTORWAY-TYPE LINE!! Ok, no, i can see where you're coming from....but he's so evil and insane!!!! Why would you even bother????? Hmmm, on the other hand, you had the sense (yes, sense) to get high on meth and screw the divine Dr Chase so your intelligence has been rated slightly higher up in my esteem. Ahem...whatever, you love people and they usually love you. Rock.
Take this quiz!

Quizilla
Join
Make A Quiz More Quizzes Grab Code
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Ontem no duche...
Os pensamentos escorriam com a água. "37 anos nem é tão mau como isso. Não tenho o peso que quero. Mas o meu cabelo está giro, com estes caracóis que apareceram do nada. E depois, estou com uma pele óptima, nem uma borbulha!"
Quando cheguei ao quarto senti uma impressão estranha no nariz. Quando entrei no elevador metade do meu nariz era uma borbulha. Teenager de novo, aos 37!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
ESP
Ia eu calmamente (ou não) a conduzir o belo do carrito, quando se acende uma luz amarela no tablier do dito, a assinalar ESP. Eu não sou burra de todo, até sei mais ou menos o que aquilo quer dizer mas, antes de conseguir raciocinar, anos e anos de leituras geek vieram ao de cima. Por momentos, quase que jurava que o raio do carro me estava a ler o pensamento.
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Janeiro
Os dias vão correndo frios e eu com pouca vontade de escrever. Mas diário que se preze deve contar os acontecimentos que importam. Ou pelo menos os que ME importam. Assim sendo, aqui vai:
Troquei a Indesit pela irmã gémea, que não tendo tão mau feitio dispõe-se a trabalhar. O que me serve perfeitamente.
A dieta segue, com os três quilos quase perdidos e a minha pessoa resmungona.
Fui almoçar a casa desta menina, num claro desrespeito pela dita dieta. Comi feijoada e conheci uma cidade linda. Muito bom! Passado menos de uma semana fomos ao cinema, Déjà Vue, e ficámos a conversar até à uma da manhã. Coisas que sabem bem, mesmo com o frio da madrugada.
Troquei a Indesit pela irmã gémea, que não tendo tão mau feitio dispõe-se a trabalhar. O que me serve perfeitamente.
A dieta segue, com os três quilos quase perdidos e a minha pessoa resmungona.
Fui almoçar a casa desta menina, num claro desrespeito pela dita dieta. Comi feijoada e conheci uma cidade linda. Muito bom! Passado menos de uma semana fomos ao cinema, Déjà Vue, e ficámos a conversar até à uma da manhã. Coisas que sabem bem, mesmo com o frio da madrugada.
Acho-me cada vez mais mimada e gosto de o ser.
Juntei-me ao coro de professores lá da escolinha, com resultados que se prevêem desastrosos (Aqui podem rir) mas divertidos.
Tive uma semana de reuniões infernais que abalaram a minha sanidade mental.
A Sofia anda cheia de tosse, parece que é alergia, mas deixa-me, como sempre, à toa.
O João está a odiar as aulas de educação física e sinto-me de novo com dez anos, a ser a última a ser escolhida para os jogos e a desejar desaparecer do planeta. Não consigo proteger o meu filho, nem evitar a repetição da(s) história(s). Em contrapartida consigo olhar-lhe para a alma e perceber que o Futuro vai ser bom.
A minha querida C. anda a lutar contra um dragão enorme e feioso. Mas quem sabe de role-play percebe quando eu digo que, com as características dela, o dragão não tem hipóteses. E toda a gente sabe que a pele do dragão dá uma grande armadura. Estou absolutamente convencida que todos os rolls dela serão críticos. E chega de conversa geek.
Ontem fiz a declaração de amor mais sentida da minha vida. De repente, sem nada que o fizesse prever, tinha lágrimas a escorrer pela cara abaixo. Nada de tristeza ou de angústia, emoção pura.
Preciso, rapidamente, de ganhar o euro-milhões.
Dias frios, mas cheios de Sol.
domingo, janeiro 07, 2007
A Indesit é má!
A minha velha e fiel máquina de lavar loiça, depois de algumas ameaças, decidiu reformar-se uns dias antes do Natal. Confiantes de que nos tinha servido de forma eficaz e sem chatices, ao longo de 12 anos, optámos por não discutir a reforma e adquirir outra da mesma marca, que nos foi entregue dia 23 de Dezembro. Mais revolucionária que a antecessora, a nova máquina efectuou duas lavagens antes de entrar em greve. Após alguma negociação sem resultados, optámos por reclamar. Conseguimos a visita de um técnico da marca no dia 4 de Janeiro, de manhã, que nos informou que o problema era a torneira da água fechada e deixou a máquina a trabalhar. Envergonhada com a minha aparente estupidez não lhe toquei mais até à hora de jantar, altura em que, reclamando por ser ignorada e sem que eu lhe pusesse um dedo em cima ou sequer lhe ordenasse que trabalhasse, a referida máquina entrou em curto-circuito, deixando a casa às escuras.
Nesta altura já percebi que é menina de humores azedos e pouco trabalho, pelo que pretendo ver-me livre dela, custe o que custar. A isso dedicarei a minha manhã, amanhã. Assim vão correndo estes esfaimados dias de Janeiro.
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Dicas
Para já corto com os doces e os hidratos de carbono. Bebo um chá drenante da ervanária e pondero voltar à nutricionista. De terça a uma semana avalio os resultados. Se não tiver perdido nada, lá terei que marcar consulta. Portanto, para esta semana: Nada de carne de porco, cozidos e grelhados na boa, fritos só em azeite e nada de polmes. A acompanhar salada. Estou a permitir-me sopa e iogurte magro (extravagância!) e duas peças de fruta por semana. Pão integral, uma fatia por dia. Leite magro e sem açúcar. Café com adoçante. Obrigada pela companhia.
terça-feira, janeiro 02, 2007
domingo, dezembro 17, 2006
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Sem tempo para posts
Mas com tempo pró café!
| You Are a Cappuccino |
![]() |
What'>http://ynr.blogthings.com/whatkindofcoffeeareyouquiz/">What Kind of Coffee Are You?
quinta-feira, dezembro 07, 2006
segunda-feira, dezembro 04, 2006
sábado, dezembro 02, 2006
Uma foto minha
Já era tempo de colocar uma foto minha neste blog.

Embrulhada numa toalha de praia a fingir que canto o fado.
quinta-feira, novembro 30, 2006
segunda-feira, novembro 27, 2006
Livros interactivos
Este post está relacionado com a minha falta de apetência para comentar. Gosto muito de ser comentada, mas raramente me apetece comentar. Percebi hoje que isto tem a ver com hábitos de leitura. Leio imenso, mas nunca me passa pela cabeça discutir a história com as personagens. Que é o que acaba por acontecer com a maioria dos blogs. São histórias que leio, pouco a pouco. Acho estranho comentar a vida dos personagens com os próprios.
Imagino-me a comentar o livro que estou agora a ler com a heroína: "Ó Emma, não melgues o rapaz que ele não quer saber da Harriet. Não se está mesmo a ver que ele gosta é de ti? E já agora queres parar de te meter na vida dos outros?"
Já pareço a minha avó Júlia a comentar as novelas, falando directamente para a televisão.
É um pouco como se os restantes bloguistas não fossem reais. Eu sei que são. Já bebi café com uma, jantei com outra e três amigos meus têm um blog. A minha mãe tem um blog. As minhas irmãs já tiveram. Esses são reais. Esses é-me natural comentar. Outros, que adoro, vou lendo sem comentar ou com comentários raros. Às vezes tenho que forçar-me a comentar e faço-o, porque gosto muito do que leio, porque sinto que o/a autor(a) merece o feed-back. E faço-o sentindo-me avó Júlia o tempo todo.
Devia ter feito links para os blogs que mencionei, mas não me apetece. Vocês sabem quem são.
Imagino-me a comentar o livro que estou agora a ler com a heroína: "Ó Emma, não melgues o rapaz que ele não quer saber da Harriet. Não se está mesmo a ver que ele gosta é de ti? E já agora queres parar de te meter na vida dos outros?"
Já pareço a minha avó Júlia a comentar as novelas, falando directamente para a televisão.
É um pouco como se os restantes bloguistas não fossem reais. Eu sei que são. Já bebi café com uma, jantei com outra e três amigos meus têm um blog. A minha mãe tem um blog. As minhas irmãs já tiveram. Esses são reais. Esses é-me natural comentar. Outros, que adoro, vou lendo sem comentar ou com comentários raros. Às vezes tenho que forçar-me a comentar e faço-o, porque gosto muito do que leio, porque sinto que o/a autor(a) merece o feed-back. E faço-o sentindo-me avó Júlia o tempo todo.
Devia ter feito links para os blogs que mencionei, mas não me apetece. Vocês sabem quem são.
sexta-feira, novembro 24, 2006
Activista
What kind of a freaky mother are you?

You're" an agitator! Your kids have grown up on the front lines of rallies and pickets, and chances are that you boycott at least one company for its bad business practices. Your kids are learning what matters to you and how they can change what matters to them.
sexta-feira, novembro 17, 2006
Quero...
...uns trocos no euro-milhões.
Já que isto não serve para mais nada, pode ser que dê para poço dos desejos.
Já que isto não serve para mais nada, pode ser que dê para poço dos desejos.
quinta-feira, novembro 16, 2006
Entomologia
Andei a pensar estudar isto.
Depois lembrei-me que aranha não é insecto. Como raios se chama a ciência que estuda as aranhas?
Depois lembrei-me que aranha não é insecto. Como raios se chama a ciência que estuda as aranhas?
quarta-feira, novembro 15, 2006
segunda-feira, novembro 13, 2006
sexta-feira, novembro 10, 2006
Dead-lines
Melhor do que o som que fazem ao passar é o silêncio que se instala depois de enterrados.
Sinto-me mais leve e tudo!
quinta-feira, novembro 09, 2006
PCT
Amanhã é dia de entrega do PCT. O meu está pronto a imprimir. A Impressora cá de casa acabou de aderir à greve da função pública. Diz ela que não publica mais nada enquanto não a levarmos a um reparador oficial. Mesmo em cima da dead-line. Ainda há duas horas imprimiu um trabalho do João. GRRR!!!!
Reviews
É coisa que não costumo fazer. Mas vou abrir uma excepção para este filme, embora, como sempre, não tenha nada de jeito para dizer. Posto isto:
Está muita giro.
Adorei a atenção do relizador aos detalhes.
O Clive é o maior.
A história já está um bocado gasta, mas com o Clive e a realização volta a valer a pena.
Está muita giro.
Adorei a atenção do relizador aos detalhes.
O Clive é o maior.
A história já está um bocado gasta, mas com o Clive e a realização volta a valer a pena.
Gostei muitissimo da companhia, é para repetir.
terça-feira, novembro 07, 2006
segunda-feira, novembro 06, 2006
sábado, novembro 04, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
O poder da Força
Rise
Ontem estivémos aqui. A adorar cada minuto. Excepto a Sofia que percebeu finalmente que está a crescer numa família de geeks. Teve medo do Darth Vader e a parte que gostou mais foi da exposição permanente do Museu. Degenerou, a miúda.
terça-feira, outubro 31, 2006
Teias de aranha...
... voam pelas ruas. Enormes e brancas. Nunca vi nada assim. Hoje de manhã toda a cerca da minha escola estava cheia de teias orvalhadas. O sol tenta brilhar, mas nada levanta o nevoeiro. E logo à noite...
segunda-feira, outubro 30, 2006
Não quero arrumar a casa
Não me apetece pôr ordem no blog. Não me apetece escrever sobre coisas sérias, nem sobre banalidades e agora nem sequer me apetece falar do tempo. Continuo a ir ao cinema e a ler e não me apetece falar disso.
Ando feliz e isso tem sempre como efeito não querer escrever.
Estou numa fase muito boa da minha relação, os meus filhotes parecem estar bem, estou a adorar aquilo que faço. Precisava de mais dinheiro, mas quem não precisa...
Já viram a maravilha que é ter uma vida desinteressante?
quinta-feira, outubro 26, 2006
quinta-feira, outubro 19, 2006
Justificações
A propósito de um post de uma querida amiga minha, sinto que tenho a justificar as traições. Fui traída, sim senhor! Pelo you-tube. Ia eu postar duas cançonetas sobre traição, sem ter sido traída, só porque gostava, quando o dito me traiu. Desta forma mantive o título mas não postei.
A frase da Semana
Foi dita, em tom de desespero, pela Sofia:
"Fogo, vou mesmo pedir magia, para o Natal!"
Eu também.
segunda-feira, outubro 16, 2006
sexta-feira, outubro 13, 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
Ya-ma-nou
O meu filho começou hoje a aprender flauta na escola. Quantos ensaios vão de mãe-babada a mãe-passada?
domingo, outubro 08, 2006
Mas
Não me apeteceu escrever mas no ultimo post. Não quero misturar as preocupações com a felicidade. A minha irmã e a minha prima estão doentes e há um cantinho do meu cérebro que nunca desliga delas. É só um bocadinho verde de preocupação, resultante de amar muito. E apesar do facto delas estarem doentes ser mau, amá-las muito é bom e eu sei que vão ficar bem. Têm de ficar!
Aqui sou feliz
E apenas porque sim. A minha profissão está a dar-me um gozo que não dava há muito tempo. A minha família está a crescer forte e saudável. Ando a ser ultra mimada. Ando muito apaixonada. Ando muito, mas muito feliz.
domingo, outubro 01, 2006
quinta-feira, setembro 28, 2006
Por aqui...
...cheia de trabalho. Mas a vontade parece querer voltar. Aos poucos, vou abrindo alguns blogs. A rotina do novo ano lectivo parece querer instalar-se e leva-me a abrir o pc mais vezes. Estou em crer que com o aproximar do Inverno e o crescer das noites o regresso se torne inevitavel. E quando as aulas do Jp recomeçarem e as noites forem realmente gélidas e infindáveis sei que, como sempre, este será o meu refúgio.
domingo, setembro 17, 2006
Falta ...
...de tempo e de vontade. Tenho os textos do Verão guardados, à espera que a vontade volte. Voltarei com ela.
terça-feira, agosto 08, 2006
Campismo
A ideia partiu dos miúdos. Quando lhes expliquei que só tínhamos uma semana de férias para passar juntos, os quatro, disse-lhes que podiam escolher onde é que a queriam passar. Esperava que escolhessem um dos destinos habituais: praia a Sul ou uma ida para a odiada vilazinha. Para minha surpresa os pimpolhos responderam quase ao mesmo tempo e com uma só palavra: campismo. E ali fiquei eu de boca aberta, enquanto que o JP se escangalhava a rir.
Não é que eu não goste de campismo, mas acampei durante toda a minha infância e boa parte da adolescência e perdi as ideias românticas sobre o assunto. Lembro-me bem de dormir no chão duro, das melgas, do calor dentro da tenda, da falta de privacidade das paredes de pano, da falta de privacidade das casas de banho, dos mosquitos, das moscas, das formigas, dos lacraus... E depois há o pó, que invade tudo, a ideia de cozinhar, lavar loiça, lavar roupa... Afinal não gosto mesmo do campismo!

Mas não podia dizer isto aos miúdos depois de os ter deixado escolher. Ainda por cima era só uma semana. Assim ditei as minhas condições: qualquer sítio da fronteira para lá, num parque com piscina e água quente e sandes e fruta para os almoços, restaurantes para os jantares. A história da fronteira não tem a ver com mania nenhuma, mas sim com a sorte de conhecer relativamente bem o País e querer alargar horizontes.
Escolhido o sítio, iniciei os preparativos: comprar tenda, verificar colchões e sacos-cama, organizar tudo. E lá fomos, madrugada fora, rumo ao sol nascente, que é precisamente onde se acaba o romantismo todo. Todas as coisas chatas de que me lembrava aconteceram e ainda: a tenda era horrível e apertada, os restaurantes caros, as terrinhas que visitamos meio feiosas, o mar frio, para além de aranhas e osgas. Os Espanhóis que acampavam no nosso parque achavam que 23 horas era a hora ideal para jantar e ouvir flamengo em altos berros e o mais incrível é que nós, cansados de dias inteiros a banhos e turismo, adormecíamos na mesma, ao som das espanholadas.
Ainda assim foi uma semana boa, porque estávamos os quatro juntos e fazíamos tudo juntos. Acabámos em beleza na Isla Mágica, a estourar os últimos cartuchos.
Mas nunca me vou esquecer do dia em que enfrentei uma birra da Sofia, que queria ir com o pai e o irmão comprar pão. Estava cansada, empoeirada, a espirrar com o pó e quando ela berrou:"Quero ir com eles!!!" Berrei de volta:"E eu quero um quarto de hotel!"
sexta-feira, julho 28, 2006
De madrugada
As malas estão feitas, o carro carregado, os miúdos dormem. Daqui a pouco, poucochinho vai ser hora de zarpar. De madrugada, como quando eu era pequena e pedia aos meus pais para me acordarem quando o Sol nascesse. Nunca acordavam. Faziam bem, as viagens grandes são muito chatas. Daqui a pouco sou eu a torcer para que eles não acordem cedo.
Nunca percebi que raio de importância dava eu ao nascer do Sol. Quis ver o Sol nascer durante quase toda a minha infância e quando finalmente vi detestei. Odeio a luz da aurora, põe-me doente, fisicamente maldisposta. Amanhã não vou estar de bom humor antes das 10, já sei. Mas vamos de madrugada, na mesma, para evitar o calor e o trânsito.
Bom Verão!
quinta-feira, julho 27, 2006
Sete Mares
Tem mil anos uma história
de viver a navegar
há mil anos de memórias a contar
ai, cidade à beira-mar,
azul...
Se os mares são só sete
há mais terra do que mar...
Voltarei, amor,com a força da maré...
ai, cidade à beira-mar,
ao sul...
Hoje, no vento do norte,
fogo de outra sorte,
sigo para o sul!
Sete mares!
Foram tantas as tormentas
que tivemos de enfrentar...
Chegarei, amor, na volta da maré,
ai, troquei-te por um mar
ao sul...
de viver a navegar
há mil anos de memórias a contar
ai, cidade à beira-mar,
azul...
Se os mares são só sete
há mais terra do que mar...
Voltarei, amor,com a força da maré...
ai, cidade à beira-mar,
ao sul...
Hoje, no vento do norte,
fogo de outra sorte,
sigo para o sul!
Sete mares!
Foram tantas as tormentas
que tivemos de enfrentar...
Chegarei, amor, na volta da maré,
ai, troquei-te por um mar
ao sul...
Sétima Legião
quarta-feira, julho 26, 2006
segunda-feira, julho 24, 2006
domingo, julho 23, 2006
quinta-feira, julho 13, 2006
Telenovelas
Defendo com unhas e dentes o direito de cada um à sua telenovela. Aqui há uns tempos seguia esta:
Agora que já tenho os episódios todos sigo esta:
E esta:
Agora que já tenho os episódios todos sigo esta:
E esta:
sexta-feira, julho 07, 2006
quarta-feira, julho 05, 2006
O método científico aplicado ao Fado
Começamos a aprender o método científico no 5º ano, mas a verdade é que já o temos interiorizado muito antes disso. Desde muito cedo que as crianças compreendem que, se conseguirem reunir as condições que estão presentes aquando determinado acontecimento, este repete-se. Assim, se se puserem em bicos dos pés e carregarem no botão, a televisão acende-se. Se fizerem uma grande birra e se rebolarem no chão, a avó compra-lhes gomas. Também percebem que terão de reproduzir as condições exactas: se for o botão do lado a televisão continua apagada. Se for a mãe em vez da avó apanham uma palmada.
Na verdade, desde que prestem atenção aos factores presentes é um processo muito fácil. Quando chegam a adultos têm como dado adquirido que se repetirem exactamente uma experiência obtém o mesmo resultado. Foi-lhes ensinado na escola e tudo. Portanto tratam (tratamos todos) de aplicar isto ao quotidiano. Lembro-me que, quando fumava, bastava acender um cigarro para chamar um autocarro.Isto tudo para explicar porque é que vou ver o jogo de hoje com uma gabardina de Inverno, a fazer o pino e com o indicador direito enfiado no ouvido esquerdo. Não que seja supersticiosa, é tudo muito científico.
terça-feira, julho 04, 2006
Sans peur du lendemain
O post de hoje é dedicado à minha mamã que adicionou mais uns cromos à sua colecção de mazelas. É um miminho virtual em representação dos muitos que lhe ando a guardar.
segunda-feira, julho 03, 2006
Senhores da ADSE
Façam o favor de atender o telefone que tenho estado toda a tarde a ligar-vos. E se acham que não percebo que, se dá sinal de chamar e depois passa a impedido, é porque me desligaram o telefone na cara, estão muito enganados.
domingo, julho 02, 2006
Mãos de ouro
sexta-feira, junho 30, 2006
Precisar do Tempo
Nada como abrir a boca (ou neste caso o blog) para o Fado entrar em acção. Dizia eu, aqui há uns dias, que queria não precisar do Tempo. Estou absolutamente convicta de que o dito Tempo me ouviu e resolveu pregar-me uma grande lição. Assim, desde o fim-de-semana passado que Tempo é coisa que não tenho. De todo.
Eu, que queria não precisar do Tempo, encontro-me a precisar e a não ter nenhum. Será que algum dia vou aprender a estar calada?
sábado, junho 24, 2006
Em Setembro
Ontem, durante o almoço, uma colega contou uma história que me marcou imenso. Passou-se com os pais de uma criança lá da escola e ela assistiu. Ao acompanhar a família a uma consulta de genética em Santa Maria, ouviu a funcionária dizer à mãe que a próxima consulta seria em Setembro, ao que a mãe respondeu: "E quando é isso?"
Depois da minha colega lhe ter explicado que seria no final do Verão, foi ter com o marido e disse-lhe que a próxima consulta seria em Setembro, ao que o marido retorquiu:
"E quando é isso?"
Fiquei fascinada. Acho que a felicidade deve passar por aí, por não se saber quando é Setembro.
Eu percebo que são pessoas com pouco escolaridade, pertencentes a uma etnia muito específica. Mas acho também que, se precisassem, saberiam quando é Setembro. Não precisam. Não é fantástico?
Queria não precisar do Tempo.
sexta-feira, junho 23, 2006
Despedidas
Hoje disse adeus à minha turma dos últimos dois anos. Foram dois anos de dúvidas e desafios constantes. Não serei professora deles para o ano. Este ano houve muitos dias que saí da escola sem vontade de voltar. E no entanto...
Hoje correu tudo bem, saí da escola emocionada e com a sensação de que fiz o melhor que podia. Espero que o próximo professor deles concorde. Não consigo deixar de pensar que há um miúdo que eu não devia chumbar. Não vou retê-lo como castigo nem porque ele "merece", mas porque acho que é o melhor para ele. E no entanto...
Estou sempre a dizer que não há verdades absolutas. Estou sempre a dizer que não sou dona da verdade. Já pedi opinião a duas ou três colegas que concordaram que é melhor ele repetir o ano. E no entanto...
quarta-feira, junho 21, 2006
De volta
Após uns dias de reflexão decidi voltar. Agora é a parte em que eu devia maçar-vos com as conclusões de tanta reflexão, mas não me apetece. Assim, digo-vos apenas que serviu para perspectivar muita coisa. Obrigada a todos os que se preocuparam e se interessaram.
Ah, é verdade! Eu sei que esconder o blog foi uma atitude parva. Eu sou assim, tenho atitudes parvas. Não me estou a desculpar, nem a justificar. Estou a mostrar-me. Este blog tem sido, desde o início, um espelho, mais ou menos turvo, do que me vai na alma. E o que me vai na alma é, com frequência, bastante parvo.
E agora que acabaram as parvoeiras (para já), um bom solstício a todos!
Ah, é verdade! Eu sei que esconder o blog foi uma atitude parva. Eu sou assim, tenho atitudes parvas. Não me estou a desculpar, nem a justificar. Estou a mostrar-me. Este blog tem sido, desde o início, um espelho, mais ou menos turvo, do que me vai na alma. E o que me vai na alma é, com frequência, bastante parvo.
E agora que acabaram as parvoeiras (para já), um bom solstício a todos!
terça-feira, junho 20, 2006
Decisões difíceis
-Meninos, assim que chegarmos a casa um de vocês enfia no banho.
-Primeiro vai a Sofia, porque sou sempre eu a começar!
-Eu já fui primeira uma vez!
-Não quero saber quem vai primeiro, decidam entre os dois sem discussão.
A Sofia começa a tirar à sorte :
-Sapatinho branco, sapatinho azul, quantos anos tens tu? 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10!
-Mas tu só tens 5 anos!
-Neste jogo podemos fingir!
-Primeiro vai a Sofia, porque sou sempre eu a começar!
-Eu já fui primeira uma vez!
-Não quero saber quem vai primeiro, decidam entre os dois sem discussão.
A Sofia começa a tirar à sorte :
-Sapatinho branco, sapatinho azul, quantos anos tens tu? 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10!
-Mas tu só tens 5 anos!
-Neste jogo podemos fingir!
segunda-feira, junho 19, 2006
domingo, junho 18, 2006
Semi-privado
Fartei-me de ter o meu blog na boca de toda a gente. Depois de confusões parvas e mal-entendidos, decidi escondê-lo. É verdade que não está muito bem escondido. É verdade que quem quiser, realmente, encontrar este meu canto, encontra-o.
Portanto aqui temos a nova versão deste blog, escondido com o rabo de fora, para quem quiser encontrá-lo.
quinta-feira, junho 15, 2006
Depressão
Dizia a pequena do Tempo, na televisão, que se tinha instalado uma depressão na Península Ibérica. Cheia de razão. A começar pela deprimente greve de ontem, que me fez sentir frustrada pela desunião da classe. Não quero saber se valem os números dos sindicatos se os do ministério. Ainda há pessoas para quem o dinheiro deste mês é mais real que o Estatuto do futuro.
Depois foram os planos furados. Queria ir ver a minha Pipoca, mas o Jp teve que estudar, o João tinha uma festa de anos, a Sofia um fim-de-semana numa outra vila perto do mar, a Norte, onde o vento veraneia e não me apeteceu ir sozinha. Vou Sábado, Pipoca!
A meio da tarde a Sofia veio recambiada. O Avô decidiu meter-se em limpezas e molhou os colchões. Voltou tristonha, com o fim-de-semana estragado e contrariada. Lá a alegrei com a promessa da visita à prima no Sábado e um bolo para esta tarde. Fizémo-lo juntas. Está com um aspecto deprimente e nunca mais larga o forno. Parece que a depressão se instalou mesmo.
Depois foram os planos furados. Queria ir ver a minha Pipoca, mas o Jp teve que estudar, o João tinha uma festa de anos, a Sofia um fim-de-semana numa outra vila perto do mar, a Norte, onde o vento veraneia e não me apeteceu ir sozinha. Vou Sábado, Pipoca!
A meio da tarde a Sofia veio recambiada. O Avô decidiu meter-se em limpezas e molhou os colchões. Voltou tristonha, com o fim-de-semana estragado e contrariada. Lá a alegrei com a promessa da visita à prima no Sábado e um bolo para esta tarde. Fizémo-lo juntas. Está com um aspecto deprimente e nunca mais larga o forno. Parece que a depressão se instalou mesmo.
quarta-feira, junho 14, 2006
Para a Pipoca
Agora que temos vídeo perguntei à Pipoca que música gostava de ver aqui. A resposta foi esta, embora o vídeo tenha sido opção minha. Para ensinar à minha sobrinha as coisas boas da vida.
Aleluia!
terça-feira, junho 13, 2006
segunda-feira, junho 12, 2006
Calor e trabalho
São coisas incompativeis. Quando eu era miúda, numa vila à beira-mar plantada, mal se sentia o calor a romper, criava-se um lobby de pressão para ter aulas na praia. E havia professores que iam na conversa, gabo-lhes a coragem.
Só a ideia de levar os meus alunos para a praia congela-me os suores abundantes da época. Sempre são 24 e muito mexidos. Ainda lá ficava algum e depois como era? O que é certo é que houve algumas aulas de educação física na praia que até me souberam bem.
Tudo isto para admitir que esses corajosos professores tinham razão numa coisa: é impossivel pôr ciranças a trabalhar com este calor.
Só a ideia de levar os meus alunos para a praia congela-me os suores abundantes da época. Sempre são 24 e muito mexidos. Ainda lá ficava algum e depois como era? O que é certo é que houve algumas aulas de educação física na praia que até me souberam bem.
Tudo isto para admitir que esses corajosos professores tinham razão numa coisa: é impossivel pôr ciranças a trabalhar com este calor.
sexta-feira, junho 09, 2006
Blogger bug
Sou só eu que tenho problemas com o Blogger ao fim do dia?
O crepúsculo instala-se no meu pc e nada de conseguir publicar, comentar, ver perfis: escuridão total!
O crepúsculo instala-se no meu pc e nada de conseguir publicar, comentar, ver perfis: escuridão total!
quinta-feira, junho 08, 2006
quarta-feira, junho 07, 2006
Post poderoso
| You Are Shadowcat |
![]() You're like a little sister to some, but others see you as a sex kitten. You are well trained in martial arts, a bit of a computer geek, and can totally kick butt. Powers: the ability to "phase" through walls and other physical objects |
sexta-feira, junho 02, 2006
Palavras roubadas à minha boca
Avião sem asa
Fogueira sem brasa
Sou eu assim sem você
Futebol sem bola
Piu-piu sem Frajola
Sou eu assim sem você
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim
Amor sem beijinho
Buchecha sem Claudinho
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço
Namoro sem amaço
Sou eu assim sem você
Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Por quê? Por quê?
Neném sem chupeta
Romeu sem Julieta
Sou eu assim sem você
Carro sem estrada
Queijo sem goiabada
Sou eu assim sem você
Porque que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo (2x)
Adriana Calcanhotto
Fogueira sem brasa
Sou eu assim sem você
Futebol sem bola
Piu-piu sem Frajola
Sou eu assim sem você
Porque que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fimEu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim
Amor sem beijinho
Buchecha sem Claudinho
Sou eu assim sem você
Circo sem palhaço
Namoro sem amaço
Sou eu assim sem você
Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos
Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo
Por quê? Por quê?
Neném sem chupeta
Romeu sem Julieta
Sou eu assim sem você
Carro sem estrada
Queijo sem goiabada
Sou eu assim sem você
Porque que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo (2x)
Adriana Calcanhotto
quinta-feira, junho 01, 2006
Subscrever:
Mensagens (Atom)



























